Asia · Maldivas

Maldivas: dicas práticas do que levar, como chegar e onde se hospedar

Nós sempre tivemos vontade de conhecer as Maldivas, mas sinceramente nao estava na lista das maiores prioridades. Entao quando fizemos o roteiro para Dubai e India e vi que as Maldivas ficavam tao pertinho dali, adicionamos um vôo interno de Delhi até Male de só 4 horas de duraçao e tiramos férias da férias por 5 dias. Me deu até vontade de conhecer o Sri Lanka que fica colado nas Maldivas e para quem tiver mais dias é uma ótima opçao também.

 

  • Como funcionam as Maldivas?

As Maldivas sao um conjunto de mais de 1200 ilhas e 26 atoloes que sao ilhas de corais com aquele anel de água em tom de azul mais claro ao redor. Somente cerca de 300 dessas ilhas sao habitdas e a outra grande parte é propriedade privada dos hotéis da regiao. Todas as ilhas sao naturais com exceçao da ilha principal, Male, que é a capital do país e onde fica o aeroporto por onde chegam todos os vôos. Ela foi contruída com esse objetivo e é nela que vive a grande maioria da populaçao.

 

  • Como escolher seu hotel nas Maldivas?

O seu hotel nas Maldivas é o que vai fazer a sua experiência ali ser mais magnífica ou mais simples, vai do gosto ou do bolso. Se o budget é menor a melhor opçao é ficar em um dos hotéis em Male, a capital, ou em algum hotel nas ilhas habitadas. Isso mesmo, os hoteis nas Ilhas habitadas sao bem bonitinhos, nao sao resorts, mas muitos sao pé na areia, tem piscina e meia pensao. O unico ponto negativo é que, primeiro, você nao terá a experiência de um resort, como você provavelmente sonha vendo as varias fotos publicadas de lá e, como as Maldivas é um país muçulmano, em algumas praias é proibido entrar com roupa de banho, somente sao autorizadas nas Bikini Beachs, e o consumo de bebidas alcóolicas é proibido. Nao há nos hotéis, nem nos mercados e nem nos restaurantes. O ponto positivo é que o preço da hospedagem, da comida e dos é exorbitantemente mais baixo e dá para ter uma experiência similar gastando bem menos.

Agora se você já está decidido a ir a um resort, deve lembrar-se que cada ilha é um hotel, ou seja, sua escolha vai determinar o tipo de experiência vivida porque você vai passar quase que 100% do tempo por ali. As ilhas sao pequenas e os resorts as ocupam inteiras, nao há habitantes nas ilhas privadas, entao, ao longo da Ilha, você encontrará a recepçao do hotel, a piscina, os restaurantes, a parte dos chalés e das cabana na água e seu dia se alternará entre esses lugares.

Por isso você deve escolher a ilha em funçao da natureza que a rodeia, se as praias sao boas, se tem bastante vida marinha e pelo tipo de hotel que você quer/ pode pagar. Além disso, é preciso verificar a distancia da Ilha a partir do aeroporto, e se seu hotel nao tiver transfer próprio, adicionar isso ao preço total da hospedagem. E nao é facil conjugar tudo isso, me custou bastante encontrar o hotel ideal, que oferecesse tudo o que queríamos e que ainda por cima nao fosse uma fortuna.

Depois de muitas buscas, optamos pelo hotel Adaaran Select Hudhuranfushi no Atol Male Norte e a escolha foi acertadíssima. A cadeia Adaaran tem uma série de hotéis-ilhas nas Maldivas todos no padrao 4/5 estrelas e oferecem tudo o que você pode querer por um preço bem justo. Para começar que a ilha é super bonita e limpa, a praia sensacional, com areia fina e branquinha, mar azulzinho, cheio de corais e vida marinha. Dá para fazer snorkeling com água no joelho! Conto mais sobre o hotel nesse post aqui.

  • Como chegar às Ilhas das Maldivas

Seu vôo chegará no aeroporto internacional de Male e de lá você deverá ir para a sua ilha escolhida, caso nao esteja hospedado na própria capital. Nosso hotel oferecia transfer, entao logo ao chegar nos dirigimos ao saguao onde estao os stands da maioria dos hoteis e de ali te levam à sua lancha. Com antecedência nos enviaram a exata localizacao do stand, identificados com números. O valor, portanto, já estava incluído na reserva e nao tivemos que nos preocupar com nada, aliás, nosso vôo de chegada havia sido cancelado e só avisei o hotel e eles reagendaram o horário do nosso transfer.

Para quem quer economizar existe a lancha pública que faz o trajeto por cerca de US$3 e leva mais ou menos 3 horas para um caminho que a lancha privada faria em 1 hora e o hidroaviao em 20 minutos. Se seu hotel nao oferece transporte, o ideal é pedir recomendaçao de uma empresa que faça o trajeto até eles. Há vários guichês no aeroporto, mas eu reservaria com antecedência. O valor do transporte em lancha rápida gira em torno de US$100 cada trecho e o tempo varia de 30 minutos a até 2 horas dependendo da distância da sua ilha.

Agora se seu hotel fica em uma ilha mais distante, ou você tem preça em chegar ao seu destino, o ideal é ir em hidroaviao. Atualmente, a única empresa que presta esse serviço é a Trans Maldivian Airways cujo guichê fica quase em frente a porta de desembarque. O valor gira em torno de US$350 por pessoa para as ilhas mais perto (15/20 minutos) e US$450 para as mais distantes (+de 45min). Pergunte se seu hotel providencia a reserva, se nao, faça você mesmo diretamente no site da empresa.

 

  • Dicas essenciais:

Qual a melhor época?

A época ideal é de Novembro a Abril que é o período mais seco e “inverno e primavera” na regiao. Mas a temperatura média das Maldivas nao muda muito durante o ano, ficando na casa dos 26 graus. Nós fomos em Agosto, época das férias e verao europeu, e pegamos um clima maravilhoso: céu azul, dias ensolrados e com média de 30 graus e nao choveu um dia sequer. Foi maravilhoso!

O que levar:

Documentaçao obrigatória

Brasileiros e Europeus nao precisam de visto para entrar nas Maldivas, basta ter passaporte com mais de 6 meses de validade. Para os brasileiros, também é preciso ter a carteirinha internacional de vacinaçao com a vacina de febre amarela em dia, e que deve ser tomada no mínimo 10 dias antes da viagem. E eles checam mesmo, você será direcionado a um balcao especial que cuida somente do tema e que vai checar suas passagem e vacinaçao.

Na mala

  • Filtro solar, o sol nas Maldivas é muito forte.
  • Óculos de sol e chapéu
  • Repelente (há muito mosquitos por lá)
  • roupas de banho e bem informais
  • máquina fotográfica, de preferência uma que possa entrar na água

 

  • O que fazer nas Maldivas?

Basicamente o que o seu hotel vai te proporcionar é:

Pôres do Sol de tirar o fôlego

Muita comida boa & drinks

Muita praia e piscina

Uma rede com vista

Snorkeling & Mergulho (e outras excurçoes)

Um bangalô comodíssimo

Banho sob a luz do luar

Tardes no Spa com muita massagem balinesa

Em resumo, muita beleza!

 

 

 

 

 

 

 

Asia · Maldivas

Resort nas Maldivas: Adaaran Select Hudhuranfushi (Atol Norte)

Como comentei nesse post de planejamento de uma viagem às Maldivas, o hotel escolhido é o que vai determinar 100% o tipo de experiência que você terá nas Maldivas. Desde as acomodaçoes, aos serviços oferecidos, atividades e valores em geral.

O primeiro passo é definir o orçamento e o tipo de hotel em que ficar. Nós decidimos que queríamos um resort entao pouco a pouco fui refinando as buscas, que confesso podem ser um pouco estressantes, porque há muitas opçoes e muitos preços. Eu usei sites como Tripadvisor e Booking para ir pesquisando a melhor localizaçao, comparar serviços, ler as avaliaçoes e finalmente tomar a decisao final balanceando tudo o que queríamos vivenciar versus o valor a ser pago.

Nós optamos pelo Adaaran Select na Ilha Hudhuranfushi que fica na parte norte dos atoloes que tem menos incidência de chuvas (ótima opçao para quem vai na baixa temporada) e dizem mais corais e portanto muito mais vida marinha.

A rede Adaaran Select tem mais alguns hotéis-ilha por lá, todos padrao 4/5 estrelas, bastante integrados à natureza, com excelente comida (apesar de sistema buffet), spa e lindas praias. O hotel é bem clean e a decoraçao bastante rústica, nao espere luxo, mas espere muito conforto e excelente serviço. As estruturas sao em sua maior parte de madeiras, os estofados em tons de branco e bege e o chao de todos os ambientes, exceto o restaurante, coberto de areia. Tem até uma caixinha com água na porta do quarto para limpar o pé antes de entrar no quarto.

E, como eu queria, o Spa Chavana é incrível! Fiz massagem balinesa e outros tratamentos, como hidrataçao facial, todos os dias. Até encontrei uma brasileira, que vai para lá todos os anos e me disse que sempre que chega já compra um pacote de 10 massagens de tao boa que sao. Realamente, uma das melhores que já fiz, com terapeutas balinesas super tranquilas e atenciosas.

Os produtos eram todos da linha do spa, com ingredientes naturais, seguindo a linha Ayurvédica, super tradicional da Índia que fica ali ao lado.

Com referência à comida, um caso a parte. Eu estava preocupada com o sistema de buffet porque havia lido vários comentários negativos de vários hotéis e, confesso, que o que me fez dar a martelada final do Adaaran Select foram os comentarios super positivos com relaçao à comida.

Apesar do sistema de buffet, a comida era diferente a cada dia e sempre fresca, os rechauds eram sempre repostos e a quantidade e variedade inimagináveis. Além disso, a cada noite também havia um jantar temático, uma noite tivemos comida italiana, na outra de frutos do mar, na outra indiana e por aí vai. Sempre uma opçao de carne grelhada na hora e uma mesa só de frutas tropicais. Eles também tem um restaurante a la carte, que nao estava incluído e nem quisemos experimentar.

Nós fechamos o pacote All Inclusive que dá direito à três refeiçoes, bebidas a vontade em qualquer um dos 5 bares do complexo incluídos piscina e praia e mais um café da tarde por volta das 16:00. Ficamos totalmente satisfeitos.

Os bares de praia/ piscina sao bem organizados e bonitos, mas confesso que as bebidas nao sao servidas no padrao brasileiro de temperatura e os drinks sao adapatados, inclusive a caipirinha, para serem bem mais doces e agradar a maioria do público por ali. Os sucos naturais também nao estao incluídos e tem que ser pagos a parte.

A piscina também tem seu próprio bar e é bastante grande para nao ficar lotada apesar do grande número de bangalôs que há na ilha.

Quanto à hospedagem nós optamos pelo Beach Bangalow, que é o chalé pé na areia de frente para o mar porque, como queríamos optar pelo sistema all inclusive e nao correr o risco de gastar uma fortuna com drinks e outras coisas, decidimos nao escolher os banagalôs com palafitas na água.

O bangalô na palafitas sai o mesmo preço do bangalô de praia, mas no sistema de meia pensao, ou seja, só café da manha e jantar e sem bebidas. E nao nos arrependemos, sabe por quê? Porque os bangalôs na água (Ocean Villas) sao bem mais longe do “hotel” e ficam afastados de tudo, havia até transporte para levar o pessoal até lá e o acesso é direto na água, nao tem uma praia ali.

Além disso, o bangalô de praia é incrível, super confortável e bem pé na areia!

Vista da porta do quarto

O quarto é enorme e a cama super confortável. O banheiro tem dois boxes um interno e outro externo onde você toma banho vendo a luz do luar. É puro charme.

Quanto às atividades extras, o hotel tem um Centro Aquático, que oferece diversas atividades como snorkeling, mergulho, jet ski, pescaria, passeios de barco para ver o pôr so sol etc. Basta inscrever-se no dia anterior e se há no mínimo 2 pessoas o passeio acontece.

Nós andamos de jet ski por lá e adoramos. O passeio é meio que vigilado por um guia para que você nao saia dos limites do hotel e passe por cima dos corais o que pode ser um acidente feio.

Quanto ao snorkel, nao sentimos necessidade de comprar o passeio, já que na própria praia de corais do hotel era possível fazê-lo por conta própria. Só alugamos as máscaras no mesmo centro aquático.

Assis · Europa · Italia

Pit stop na Umbria, a cidade Sao Francisco de Assis na itália!

Assis é uma cidadezinha na regiao da Umbria na Itália, bem ao lado da Toscana, e facimente acessível tanto de carro como de trem a partir de Florença ou de Roma. A Umbria fica na regiao central, bem na metade da itália e sua famosa capital Perúgia é bastante conhecida pelos chocolates, quem nao conhece o famoso chocolate Baci? Pois é, é de lá.

Mas a Umbria é especialmente famosa pela cidadezinha de Assis, localizada no alto de uma colina, berço de Sao Francisco de Assis (1181-1226) cidadao mais ilustre e patrono da cidade. Além do interesse religioso, Assis tem um grande interesse arquitetônico, é linda, aconchegante e agradável e por isso recebe milhares de turistas por ano.

Nós chegamos de trem a partir de Florença, fazendo um pit stop na cidade antes de seguir a Roma. Portanto comprei os trechos Florença-Assis/ Assis-Roma com um intervalo suficiente para conhecer a cidade. O trajeto de Florença a Assis é direto, as paisagens lindas e o caminho dura mais ou menos 2,5 horas. A segunda perna da viagem até Roma dura 2 horas.

A estaçao de trens de Assis nao tem um guarda-volumes oficial, mas na única lojinha/ banca de revistas dentro da estçao é possível guardar as malas por um dia por uma taxa de 5 euros por mala.  A lojinha também vende os tickets do ônibus (4 euros ida e volta) que te deixará em pleno centro histórico da cidade.

O ônibus faz duas paradas, uma na parte baixa onde ficam os estacionamentos e a Porta Nuova (porta de entrada da cidade) e outra na parte alta, onde está a cidadezinha. Nós descemos na parte baixa e fomos subindo suas ladeiras e admirando suas torres e casas medievais.

Ao fundo a Rocca Maggiori

Passamos pela Basílica de Santa Clara, discípula de Sao Francisco, construída entre 1257 e 1265, com uma fachada de beleza simples feita em pedras branca e rosa.

Logo chegamos à Basílica de Sao Rufino que conserva em seu interior a fonte em que foram batizados Sao Francisco e Santa Clara.

Aproveitamos a pracinha super aconchegante e comemos umas piadinas maravilhosas em uma das esquinas da Praça, na Pizza al Taglio (Via Dono Doni, 2).

Na metade do caminho chegamos à Piazza del Comune, super movimentada e cheia de restaurantes.

Aí fica o Templo de Minerva, construído como um Forum pelos Romanos e hoje convertido na Basílica de Santa Maria.

Finalmente novamente na parte baixa da cidade, mas do oposto de onde nos deixou o ônibus, chegamos à Basílica de São Francisco, que está dividida em duas partes: a Inferior e a Superior, construídas em momentos diferentes, mas conectadas entre si.

Construída entre 1228 e 1253 foi consagrada ao Santo nesse mesmo ano. Os afrescos do século XIII representam cenas da sua vida e sao atribuídos a Giotto e Cimabue.

Já a cripta abriga os restos mortais de Sao Francisco e seus únicos bens materiais, um hábito e duas alpargatas. Há fila para acender velas e rezar e é necessário cobrir ombros e pernas para adentrar à Basílica.

Nosso roteiro:

Bratislava · Eslováquia · Europa

Roteiro de 24 horas em Bratislava na Eslováquia

Bratislava é a capital da Eslováquia e se extende ao longo do rio Danúbio fazendo fronteira com a Áustria e a Hungria de onde fizemos um bate e volta de trem, partindo mais especificamente de Budapeste. Sempre tive vontade de conhecer essa cidadezinha porque como trabalho em uma empresa automobilística sempre havia escutado sobre a fábrica que está aí. Confesso que nao esperava muito e que foi uma grande surpresa para nós, uma cidezinha super charmosa e com comida deliciosa.

Se pretende passar pela Brastislava em sua viagem nao deixe de ver o nosso vídeo no Youtube mostrando todas as dicas da cidade e continue abaixo para mais informaçoes.

1. Visitar o Castelo de Bratislava

Da estaçao central pegamos o ônibus elétrico nº203 que nos deixou quase na porta de entrada do castelo. Ele fica no alto de uma colina que de quebra de dá uma visao panorâmica de toda a cidade e do rio Danúbio.

Ele começou a ser construído no século X e foi residência de reis e rainhas e atualmente é a residência oficial do presidente da república eslovaca e casa do Museu Nacional Eslovaco. A entrada nos arredores e jardins do castelo é grátis.

2. Catedral de St. Martin

Descendo a colina do castelo em direçao ao centro histórico, a primeira parada será na Catedral de St. Martin do fim do sécilo XIII. Aqui foram coroados os monarcas da Hungria depois da recuperar a cidade do Império Otomano.

3. Michael’s Gate

Como toda cidade medieval Bratislava também era amuralhada, mas é a única que preserva o portao de entrada original desde a época medieval. Construída por volta do ano 1300, no topo se vê St. Michael e o Dragao. Hoje abriga o Museu da Cidade de Bratislava.

4. Praça Principal Hlavne Namestie

É a praça mais conhecida de Bratislava com a prefeitura e a fonte maximiliana. Ao seu redor existem várias estátuas de bronze em posiçoes inusitadas que sao características da cidade.

5. Visitar o Mercado de Natal

Se estiver visitando Bratislava em Dezembro nao deixe de visitar o mercado de Natal que fica em plena praça central e além de uma árvore de natal linda tem comidinhas deliciosas.

6. Comer bolinhos de mel e sementes de papoula

Os paes doces cobertos ou recheados de sementes de papoula mescladas com mel sao super típicos da Bratislava. Você os verá por todos os lugares e especialmente nos mercados de natal, além de muitas cerejas.

7. Fazer uma refeiçao tradicional no Bratsilava Flagship

É o maior pub da cidade e foi construído dentro de um antigo cinema e que usa ingredientes naturais da sua própria horta orgânica. É do mesmo dono do Slovak Pub e o menu é bem similar. Ele é bem perto da praça principal na Námestie SP. O lugar é ideal para provar comida típica eslova e o menu, apesar de extenso, traz fotos para todos os pratos, mas deixo aqui minhas sugestoes: o goulash, que é uma versao do nosso picadinho de carne e o bryndzove halusky que é o prato mais tradicional da regiao, uma espécie de nhoque de batata, como molho de queijo de cabra e coberto por bacon. Uma delícia!

A cesnaková polievka é uma sopinha de creme de alho para espantar o frio e que geralmente é comida como entrada.

8. Tomar uma cerveja eslovaca – Zlaty Pazant

Para baixar toda essa comida nao deixe de experimentar a cerveja mais famosa da cidade – a Zlaty Pazant!

9. Visitar a Igreja de St. Elizabeth (Igreja Azul)

A igreja mais famosa de Bratislava dedicada à Elizabeth da Hungria. É mais conhecida por sua cor azul e pelas suas telhas da mesma cor.

10. Ver o pôr do sol da Praça Central

Veja nosso roteiro a pé abaixo:

Abu Dhabi · Oriente Médio

Abu Dhabi | A cidade que é puro ouro!

Abu Dhabi é a capital e segunda maior cidade dos Emirados Árabes. Ela abriga a sede do governo federal e também é onde mora a família real emiratí. Ela fica em uma ilha em forma de T que eu imaginava que sería muito menor, mas como tudo por alí, é muito grande e os pontos turísticos sao relativamente longe um do outro.

Minha idéia original era entrar na ilha pelo lado da YAS Marina e Ferrari World e seguir diretamente para o Emirates Palace para almoçar. E foi o que fizemos, mas como disse, lá é tudo tao grande e longe que nao deu para ver muita coisa da estrada. Também conseguimos avistar o Louvre que é a única unidade fora da França.

Etihad Towers, vista da porta de entrada do Emirates Palace, que em Velozes e Furiosos 7 e foi escalada por Tom Cruise em Missao Impossível.

Já o caminho até o Emirates Palace é lindo e já dá para começar a sentir o clima da cidade que, na minha opiniao é bem mais vida real. Enquanto que Dubai tem uma vibe bem artificial, estilo Las Vegas, e meio cidade fantasma, porque nao tem ninguém andando na rua, Abu Dabi é bem mais peatonal, com muita gente caminhando e uma corniche com banquinhos à beira mar. Uma delícia, e dá para realmente sentir a cultura dos Emirados lá.

A entrada do Emirates Palace parece de filme americano com aquele caminho até chegar ao Edifício principal.

A entrada é livre e você pode ir somente para visitar o saguao do hotel, que é incrívelmente decorado com mármores e trabalhos manuais islâmicos incríveis.

Ele foi inaugurado em 2005 como um dos mais luxuosos hotéis 5 estrelas da cidade, idealizado pelo arquiteto britânico John Elliott da WATG architects, custou mais de 6 milhoes de dólares. Sua cor foi pensada para refletir os vários tons da areia do deserto e suas 115 cúpulas coroam o palácio que tem 394 quartos, 9 restaurantes e 2 bares!

Nós fizemos uma reserva para almoçar no Le Cafe, um dos restaurantes dentro do Emirates Palace e que tem um clima mais informal e serve os famosos pratos com ouro. Pedimos o carro chef da casa que é o hamburguer de camelo que vem acompanhado de batata doce frita com ouro e um hamburguer de Wagyu.

Detalhe do ouro na batata frita.

Os dois estavam deliciosos e tudo vem acompanhado por detalhes charmosos: a começar pela forma inusitada das poltronas, a forma com que o guardanapo é dobrado, os talheres de prata, os mini heinz de maionese e catchup, os pratos que sao servidos dentro de cúpulas de prata, etc. Toda a experiência é um luxo só.

As sobremesas sao dispostas em forma de jóias nos mostradores de vidro e fica difícil escolher uma só. Mas nós já sabíamos o que queríamos. o sorvete com ouro. O sorvete de baunilha é uma delícia e dá até para ver os pontinhos negros da baunilha no creme. O ouro é puro charme, por afinal nao tem gosto de nada.

Para finalizar capuccinos com muuuuito ouro! Vale a pena a experiência.

Nossa próxima parada foi na mesquita de Sheik Zayed. A visita é gratuita só é preciso fazer um cadastro online no próprio site da mesquita. O estacionamento é grátis.

Logo na entrada, quando confirmam seu cadastro, as mulheres devem entrar em uma salinha onde te dao uma capa para colocar em cima da roupa. Em seguida você sobre em uma carrinho elétrico que te leva até a entrada da mesquita.

Seu nome homenageia o primeiro presidente do Emirado, Zayed ibn Sultán Al Nahayan, que faleceu em 2004. É a maior mesquita do país e a 15 do mundo com uma superfície de 20.000 metros quadrados, 4 minaretes e 82 cúpulas.

Mas o que mais impressiona é a decoraçao interior, inspirada na arte musulmana de Marrocos, Argélia e Paquiatao, feita toda em mármore incrustrado de pedras preciosas como lápis lazulis, ametista, ônis entre outras.

A sala principal é incrível com 10 candelabros de 10 metros cada um que pesam cerca de 9 toneladas a base de cobre e ouro produzidos pela Swarovski.

O tapete tem quase 6 mil m2, é o maior do mundo, pesa 47 toneladas, tecido a mao em la e algodao  por mais de 1200 mulheres iranianas ideaizado pelo artista Ali Khaliqi. Está avaliado em mais de 500 milhoes de dólares. É um dos lugares mais impressionantes que já visitamos.

Saímos de lá estasiados e prontos para ir ao aeroporto para nosso próximo destino, Nova Delhi.