Américas · Restaurantes · São Paulo

Pizzaria Casteloes em Sao Paulo

A Pizzaria Castelões existe há mais de 85 anos, no Brás, e não mudou até hoje e são esses detalhes que mantém a história e os sabores do lugar.

Pizzaria Casteloes

Vamos nesse lugar desde que sou criança e sempre que queremos comemorar algum acontecimento é na Castelões que vamos. O dono, o sr. João Donato de 72 anos é quem prepara as massas pessoalmente todas as manhãs. Aliás, tudo lá é artesanal. Os molhos ficam 6 horas no fogo até chegar à consistência ideal e os ingredientes são comprados do mesmo fornecedor há 50 anos.

Pizaria Castelões

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E a Cantina surgiu por acaso quando o pai do sr. Donato aceitou um bico como garçon nos finais de semana e quando o dono se mudou para o Rio vendeu sua parte para ele. A balança, o antigo carrilhão, os posteres e as várias fotos na parede de famosos como Pelé, Vavá, Fernando Henrique Cardoso ajudam a contar a história do lugar e a manter acesas a memórias.

Pizzaria Castelões

A massa das pizzas é inconfundível, fina e crocante e as que mais gosto são a de mussarela e a Castelões (de mussarela e calabresa bem crocante). Os sabores são básicos e deliciosos. Outro destaque são os sucos de uva e vinhos do Rio Grande do Sul.

Pizzaria Casteloes

Pizzaria Castelões

Adoramos o lugar e sempre que vamos lá é uma viagem ao passado.

Pizzaria Castelões: R. Jairo Góis, 126 – Brás

Américas · Restaurantes · São Paulo

Restaurante La Marie

Aproveitando a última semana da Restaurant Week fomos conhecer o badalado Restaurante La Marie do chef Edson di Fonzo que é fã da comida mediterrânea e já trabalhou em restaurantes na Itália, França, Grécia e Marrocos.

La Marie

O objetivo da casa é oferecer alimentos frescos e saudáveis, base da cozinha mediterânea com muitas ervas, especiarias e azeite. Os peixes chegam dariamente direto do Mercadão. O

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cardápio é enxuto, pois o foco é a qualidade dos ingredientes.

O ambiente também é muito acolhedor lembrando uma mistura de bistrô parisiense com galeria de arte. A decoração é clean e moderna e os quadros predominam. Inclusive a cozinha é aberta e ‘emoldurada’.

La Marie

La Marie

La Marie

Quando chegamos fomos recebidos pelo próprio chef que nos acomodou perto do balcão, pos havia umas 6 mesas na nossa frente. Pedimos um Kir Royal, que é uma mistura de Pro Seco com licor de cassis e achei bem gostoso e uma caipiroska quefoi das melhores. O bar, tenho que dizer é bem fraquinho, só havia dois tipos de frutas, e um rapaz que estava do nosso lado diz que pediu um Mojito e também não era tão bom. Resumindo, o foco lá são os vinhos e os espumantes, apesar da carta não ser tão grande tomamos um Bardolino DOC Rosé que estava muito gostoso.

La Marie

O restaurante começou a encher tanto que o pessoal tinha que esperar do lado de fora e o chef estourou um espumante e serviu todo mundo de graça.

A nossa refeição foi execelente: de entrada as melhores ostras que já comi na vida com um molho indescritível.

La Marie

Em seguida pappardelle na mateiga de sálvia com lagosta e de sobremesa manga brulê. Saímos de lá satisfeitíssimos e esperando pelo próximo restaurant week.

La Marie

La Marie

La Marie

Restaurante La Marie

Rua Francisco Leitão, 16, Pinheiros
São Paulo, SP

Américas · Restaurantes · São Paulo

L’Entrecôte de Paris

Neste domingo, aproveitamos a Restaurant Week para conhecer um restaurante que estava na minha lista há algum tempo: o L’Entrecôte de Paris. Inspirado no restaurante parisiense Le Relais de l’Entrecôte que segue o mesmo cardápio de um prato só.

L'Entrecôte de Paris

Resultado de uma crise nos restaurantes de Paris, que aplicavam preços exorbitantes, surgiu uma nova moda na cidade: os restaurantes de um prato só. E não demorou muito para o menu chegar ao Brasil: um suculento entrecôte fatiado, servido com fritas à vontade e regado por um molho de mostarda e ervas cuja receita é secreta.

Enquanto que em outros lugares o pessoal começa a chegar a partir das 13h, o público do L’Entrecôte chega cedo. Era quase 12h15 quando chegamos e já haviam poucas mesas. O lugar não é muito grande, mas também não é pequeno e lembra bem o charme dos bistrôs franceses: clima de anos 30 com muitas fotos em P&B da cidade, bancos de couro vermelho e uma varandinha com vista para a Pedroso Alvarenga, mas que já estava tomada quando chegamos. Vi no site que há um sistema de reserva online, mas não testei.

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L'Entrecôte de Paris

Pode-se começar com uma entradinha de pães e pasta de azeitonas e a carta de vinhos é pequena, mas com algumas boas opções. Depois disso vem a sequência de salada com nozes e um molho bem gostoso e finalmente o famoso entrecôte nos pontos: ao Ponto, ao ponto+, ao ponto- e bem passado. Deliciooosooo!!

L'Entrecôte de Paris

O molho é incrível e a dica é pedir para o garçom colocar um pouco em cima das batatas também! As fritas são à vontade e os garçons circulam com as tigelas o tempo todo. Quis repetir só para ver se eram boas e para minha surpresa estavam super crocantes e quentinhas! Ponto positivo.

L'Entrecote de Paris

Achei que vale muito a pena e não vejo a hora de visitar o L’Entrecôte d’Olivier, mas que pelas críticas que li perde para o de Paris.

L’Entrecôte de Paris

Rua Pedroso de Alvarenga, 1135, Itaim Bibi

Américas · Brasil · Padarias Fofas · São Paulo

Padarias fofas SP | Le Pain Quotidien, café da manha belga na Vila Madalena

O café da manhã é uma das minhas refeições favoritas e sempre procuro novos lugares para ir. Nesse domingo fomos conhecer a Le Pain Quotidien que é uma rede belga de padarias recém chegada à São Paulo. A primeira padaria surgiu em Bruxelas, na Bélgica, em 1990 e foi trazida esse ano para o Brasil pelo empresário Ricardo Rinkevicius, dono do famoso restaurante chinês, o Ping Pong sobre o qual escrevi este post aqui. A rede tem mais de 170 lojas no mundo e três em São Paulo: no Itaim, no Shopping Cidade Jardim e a minha favorita na Vila Madalena.

O ambiente é bem hypado e logo na entrada, toda de vidro, está a padaria, com vitrines de pães e doces magníficos. No comando está o padeiro Paulo Konig que prepara as receitas com ingredientes orgânicos em sua maioria. A padaria funciona no sistema take out ou dine in em um ambiente bem acolhedor construído com madeira recuperada e comida servida em embalagens de material ecológico. O público é formado por famílias com crianças e casais em sua maioria inclusive alguns que vão direto da balada, já fica a dica.

Uma das principais caracteristica da rede são as mesas comunitárias (também há mesas privativas) em que se divide geléias orgânicas deliciosas de diversos sabores como damasco, morango e framboesa, mas o ponto alto são os spreads de avelã e chocolate trazidos diretamente da Bélgica. Tem spread só de avelã, de chocolate branco, ao leite e amargo que podem ser consumidos a vontade e sem custo nenhum.

Os pães são outra experiência a parte e essenciais para provar os spreads. São elaborados somente com farinha orgânica, sal e água e assados em forno de pedra. À essa combinação básica são adicionados ora grãos, ora nozes, ora avelã e passas, ora amendôas.

Uma forma de provar um pedacinho de cada um é pedir a cesta de pães orgânicos que vem com uma amostra dos principais pães da casa.

Outro ponto é que as opções de bebidas quentes são servidas em bowls e o destaque vai para o chocolate quente belga que você mesmo prepara com chocolate belga puro derretido. Só de lembrar já me dá vontade de volta lá correndo.

A padaria é também uma confeitaria com várias opções de doces, um mais bonito que o outro. Dá vontade de experimentar tudo.

Destaque para o pan au chocolat no qual sou viciada e preciso provar em toda padaria que vou. Acredito que o da Le Pain Qutidien é um dos mais gostosos que já comi com massa crocante e amanteigada.

Enfim a padaria é uma ótima opção para um café da manhã delicioso e também para um brunch reforçado já que também há algumas opções de tartinis, saladas e sanduíches.

Uma dica é chegar cedo, pois depois das 10h forma-se uma fila grande na porta e é preciso aguardar. Gostei tanto que essa foi a terceira vez que fomos em dois meses e comemos extamente a mesma coisa de tão gostoso que achamos. Das spreads a minha preferida é a de avelã e dou prejuízo, pois como quase o pote todo cada vez que vou.

Le Pain Quotidien

Rua Wisard, 138, Vila Madalena

 

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Mocotó: Comida nordestina gourmet

Essa semana fomos novamente no restaurante Mocotó, mas depois de certo tempo, acho que cerca de uns 5 anos. O Mocotó é um restaurante de comida nordestina na Vila Medeiros e para nossa surpresa estava todo reformado com estilo de boteco/ cachaçaria/ restaurante . Tudo começou em 1973 quando Seu Zé Almeida abriu um empório nordestino, que depois virou um bar onde era servido o famoso caldo de mocotó que deu nome ao restaurante hoje comandado pelo filho, o chef Rodrigo Oliveira.

O restaurante abre às 12h, mas para conseguir uma mesa é preciso chegar por volta das 11h30, pois assim que abre, as mesas já são totalmente tomadas e uma fila de espera de no mínimo duas horas se forma. Chegamos por volta das 12h30, e a fila era ainda maior do que há cinco anos, mas digo não foi nenhum sacrifício esperar.

Você não fica literalmente ‘na fila’, pois assim que chega você recebe uma senha e pode sentar-se em uma das mesinhas da entrada ou conseguir uma vaga no balcão onde já pode começar a tomar uma cervejinha ou experimentar uma das diversas cachaças que ficam expostas bem na entrada. A diversidade de frutas para caipirinha é enorme e pode-se fazer a combinação desejada de frutas e de cachaça.

Outro ponto alto da casa são as entradas. Começamos com queijo de coalho dourado na manteiga de garrafa acompanhado de melado de cana que combinou perfeitamente com uma Original geladinha.

Em seguida pedimos os famosos dadinhos de tapioca com queijo coalho e pimenta agridoce. Deliciosos!

Decidimos então experimentar uma cachaça. Optamos pela mineira João Mendes e combinamos com caju, tangerina e cravo que resultou em uma caipirinha bem gostosa.

Para acompanhar pedimos um escondidinho de carne seca com purê de mandioca cremosa, requeijão e queijo de coalho gratinado que estava incrível.

Nisso já era quase 14h e decidimos pedir a comida para viagem. Escolhemos a carne de sol assada com mateiga de garrafa, alho assado, pimenta biquinho e chips de mandioca e o famoso baião de dois que é o nosso prato favorito de lá. Todos os pratos foram nota 10. Depois de tudo isso, dormimos todo o restante da tarde  🙂

Mocotó

Av. Nossa Senhora do loreto, 1100