Amsterdam · Europa · Holanda

Amsterdam: Dicas práticas de transporte e hospedagem

Amsterdam é conhecida como a Veneza do norte, mas tem ainda mais canais. Amsterdam – dam = dique / Amster – nome do rio, logo Amsterdam significa o dique do rio Amster. A cidade é cortada por dois principais rios Amstel e Schinkel na baía de IJ.

Uma dica que me ajudou muito na localização das ruas foi saber que “plein” é praça, “straat” é rua e “graat” é canal. Por saber alemão, consigo ler em neerlandês, que é muito parecido (tipo português e espanhol), mas acredito que essa dica possa ajudar de qualquer maneira. A maior parte da população é estrangeira e a cidade reúne mais de 149 diferentes nacionalidades. A língua oficial é o neerlandês, mas todos falam inglês fluentemente, entao é bem fácil pedir informaçoes por lá.

O início do  século XVII, foi  considerado o seu “Século de Ouro” e a cidade tornou-se em uma das mais ricas do mundo. Suas embarcações rumavam para várias partes do mundo em busca de mercadorias (Báltico, América do Norte, África, Indonésia, Brasil etc.) e essas viagens começaram a ser patrocinadas pela população local que fazia encomendas para esses navegadores.

Dessa forma foi criada a base de uma rede comercial mundial – a  Cia Neerlandesa das Índias Orientais e Ocidentais. Nessa época, Amsterdã era o principal porto comercial da Europa e  o centro financeiro mais importante do mundo. A Bolsa de Valores de Amsterdã  foi a primeira a funcionar diariamente.

Os ingleses, no entanto, copiaram a ideia e com a consequente perda de hegemonia ocorreu a Primeira Guerra Holandesa. Os ingleses venceram e em troca do monopólio do comércio, houve a troca de alguns territórios: a Inglaterra ficou com Nova York e a Holanda com Suriname. Várias similaridades podem ser notadas entre Amsterdam e Nova York (na época rebatizada de Nova Inglaterra) como as casas como escadinha na porta da frente, o Central Park e o Vondelpark e a bolsa de NY que foi resultado da influência holandesa.

Os ingleses passaram a menosprezar os holandeses e chamavam a todos de “Jan” (em português João, pronunciado [yan]) e assim, do apelido “Janke” (“Joãozinho”), e assim surgiu o termo em inglês Yankee, como no time New York Yankees.

– Como chegar

Letreiro na saída do aeroporto

Chegamos em Amsterdam de trem a partir de Paris na Estação Central. Para quem chega de avião o nome do aeroporto é Schiphol e há uma estação de trens ali dentro mesmo. Basta sair do desembarque e seguir até a área dos trens e comprar uma passagem (8 Euros) para Amsterdam Centraal, às vezes escrita como Amsterdam CS.

– Como se locomover

Na própria estação central há guichês de informações turísticas que fornecem mapas da cidade gratuitamente. Ao sair da estação você já verá o pontos dos trams (bonde elétrico) que são o principal meio de transporte da cidade – além das bicicletas.

O valor da passagem individual simples é 2,60 Euros e podem ser comprada dentro do próprio bonde com o motorista (trocam notas de até 20 Euros).

Nas máquinas amarelas dentro estação central, você compra por 2,40 e também pode comprar o passe de 24h por 7,50 Euros. Nós usamos o de 24h no último dia para conhecermos alguns pontos mais isolados e distantes uns dos outros.

Para usar o tram é muito fácil – basta olhar no mapa no ponto em que você está quais os trams disponíveis (representados por números) e seguir com os olhos seu trajeto e identificar o ponto final. Logo em frente à estação estão os trams 2 e 5. Mais para a esquerda há vários outros pontos e opções e uma central de informações turística.

A cidade é pequena e fácil de ser navegada a pé.

– Onde ficar

Amsterdam é uma cidade bem compacta então na minha opinião em qualquer “bairro” você estará bem localizado. Só não recomendo a região do aeroporto (Schiphol) e o Red Light District.

Nós ficamos em Oosterdock, a 10 minutos a pé da estação central em um hotel-barco e adoramos!!! As fotos mais lindas da viagem foram tiradas através da janela do barco. Nós escolhemos o Amicitia que reservei pelo Booking.com.

O custo benefício foi excelente, com vistas do pôr do sol no rio Amster e café da manhã incluído. Além de mapas e cupons de desconto disponíveis a vontade. Melhor escolha impossóvel!

Da segunda vez que fomos ficamos no Hotel Sphinx perto do Rijskmuseum. O hotel é bem localizado e perto de tudo além de ter café da manha incluído. Tem umas escadinnhas íngrimes e estreitas, para quem tem malao pode ser um sacrifício. É bem simples, mas serve para o propósito de dormir no centro de Amsterdam. É mais caro que o barco e nao tem seu charme… aí vai do gosto.

Fazendo festinha de aniversário no quarto do hotel

Amsterdam · Europa · Holanda · Zaanse Schans

Zaanse Schans, a Holanda dos moínhos e dos tamancos de madeira

Quer curtir um cenário típico holandês com vaquinha, moinho, casinhas, queijo, comidas típicas, pessoas usando os tamancos de madeira ou “Kloppen”? Em Zaanse Schans tem!

Zaanse Schans é uma vila de moinhos a céu aberto às margens do rio Zaan aberto para visitas gratuitas. Chegar até lá é muito fácil: Vá até a estação central em Amsterdam e pegue o ônibus da Conexxion 391. A última parada é Zaanse Schans, não tem como errar. Na volta, espere no mesmo ponto e pegue o mesmo ônibus 391 com destino a Amsterdam Central.

O preço da passagem ida e volta é 10 Euros e você compra com o próprio motorista. Não vale aquele bilhete 24h do tram, pois são de companhias diferentes – o tram é da GVB e o ônibus da Conexxion. Assim que chegamos o tempo abriu e um sol lindo (e quentinho) apareceu e as fotos ficaram lindas! A primeira parada foi na loja de queijos para aprender como é feito o queijo holandês.

Depois visitamos o moinhos que eram usados para moer trigo e especiarias, ainda dá pra sentir o cheirinho de cravo e gengibre na madeira, e para bombear a água dos diques.

Em frente ficam as casinhas típicas com animais de fazenda, ótimo para as crianças brincarem.

Parada obrigatória no museu da padaria – onde está exposto o antigo processo de fazer bolos e biscoitos e todas as formas, digo ferramentas que eram usadas!

Para fechar com chave de ouro comi um Stroopwafel, quentinho, feito na hora!

Nossa última parada foi na fábrica de sapatos, que conta a história dos sapatos de madeira “Kloppen” e é feita uma demonstração ao vivo de como ele é feito hoje em dia nas máquinas em 5 minutos – o que antes levava 3 horas. Muito legal.

Lá também fica a casa do czar Russo, Pedro, o Grande, que criou St Petersburg, quando morou um tempo na Holanda para aprender a arte dos barcos, lembra que falei aqui que os holandeses eram os melhores navegadores do século XVII?

Feche o passeio almoçando na casa de panquecas próxima à saída, pois já será quase hora do almoço se você sair de manhã cedo de Amsterdam.

Amsterdam · Europa · Holanda

Amsterdam: Cervejaria Browerij’t Ij, Red Light District e Coffee Shops

Nosso segundo dia em Amsterdam começou com uma visita ao parque Keukenhof. Leia aqui como visitar o Keukenhof, o parque de flores da Holanda.

Na volta à Amsterdam, nosso trem parou na estação central e aproveitamos para, bem na frente, pegar o tram nº10 até a cervejaria Browerij’t Ij.

Esse passeio é imperdível! Desça na parada Hoogte Kadijk na rua Sarphatistraat. Caminhe até a esquina e você já vai ver o moinho.

Isso mesmo, a cervejaria fica dentro de um moinho e nos dias de tempo bom dá pra sentar no equeno biergarten que eles tem do lado de fora. O ambiente interno também é muito legal (e lotado), pegue sua cerveja no balcão, desvie dos garçons e encontre seu lugar ao vento. Bateu uma fominha? Vá até o fundo da cervejaria, do lado esquerdo, e peça sua porçao de queijo com salame na janela. A cerveja é produzida ali mesmo e é uma delícia, e olha que nem sou muito fã de cerveja, mas o marido cervejeiro aprovou e repetiu! Dá pra visitar o processo de fabricaçao de segunda a sexta âs 15:00 por 5 euros com direito à degustaçao.

Pegamos o tram de volta e descemos no Dam porque o intuito era conhecer o Red Light District à noite (já tínhamos visto de dia e é bem diferente). Ele começa na Damstraat e vai até próximo da Estação Central. Existem tours que fazem um passeio guiado, inclusive o da 360meridianos.com, mas fomos por conta própria, sinceramente não achei necessidade de um tour para conhecer o lugar tão a fundo.

A partir do Dam seguimos pela Warmoesstraat que é bem bonitinhas (leia-se estreitinhas e com casinhas holandesas) e a maioria é composta por restaurantes, lanchonetes, lojinhas de crepe, de batata frita, de souvenir, de produtos eróticos, coffeeshops etc. À noite o lugar fica todo iluminado e é absolutamente tranquilo com muitas famílias e casais passeando.

Nas suas travessas é que ficam as meninas. A prostituição é legalizada na Holanda – com carteira de trabalho assinada e tudo! – por isso em várias cidades do país, essas ‘profissionais’ se agrupam em determinados distritos, o mais famoso é o de Amsterdam.

Pegamos uma dessas travessas e as janelas surgiram: meninas de vestido, de legging e camiseta, semi nuas, de biquíni asadelta, no telefone, outras dançando, tem de todo o tipo. De repente desembocamos em um clube de strip… opa… meia volta, demos de cara com um grupo fazendo tour guiado e fomos atrás, porque ficamos receosos de entrar nas ruazinhas estreitas sozinhos e realmente não recomendo.

É um pouco escuro então vá atrás de uma turma e seja feliz! As ruas são muito estreitas – na largura de duas pessoas lado a lado no máximo – e recheada de janelinhas com as profissas se oferecendo ( de dentro da janela claro).

Fomos atrás do grupo de turistas e a guia nos levou por um zigzag sem fim em um labirinto de ruazinhas e janelas. Não deixe de passar pela rua Trompettersteeg que é a mais estreita de Amsterdam (e cheia de janelas)! Uma dica: NÃO FOTOGRAFE! As profissas não gostam de fotos e podem pedir para os seguranças tirarem a sua câmera. Eu consegui essas fotos porque deixei meu celular granvando como se nao fosse nada, nas ruas principais, nao nas ruelinhas e depois dei print na imagem do vídeo.

Para terminar a noite aproveite para conhecer um coffeeshops por dentro. O governo da Holanda não tinha força policial suficiente para controlar o tráfico de drogas, então para diferenciar o traficante do usuário, a venda e consumo de maconha foi legalizada, mas somente dentro dos coffeeshops. É proibido fumar em qualquer outro lugar!

The Bulldog

No entanto a coisa é meio velada, pois para reportar os gastos ao governo, tipo imposto de renda, os coffeeshops criaram ‘Cafés’ de verdade com refrigerantes, shakes, smoothes e petiscos para gerarem a ‘tal’ receita.

Nós entramos em dois para ver como eram: o Coffee Shop Smokey e o The Bulldog (Oudezijds Voorburgwal 90). Na verdade, os coffee shops sao bares normais e que você pode passar a noite ali bebendo apenas refirgerante se quiser. Mas para sentar tem que pedir algo para beber. O balcao especial (para pedidos “exóticos” fica separado do balcao do bar, e os que estao interesados vao para essa parte do Coffee Shop( que geralmente é lá no fundao) e fazem seus pedidos. Mas o cheiro e fimaça que se espalham por todo o lugar sao inconfundíveis.

Europa · Holanda · Keukenhof

Keukenhof – como visitar o parque de tulipas da Holanda

O mais famoso parque de flores da Holanda é resultado da paixão dos holandeses pelas tulipas (que data do século XVII quando as tulipas começaram a ser trazidas da Turquia) e a época mais esperada do ano é a primavera, quando abre o Keukenhof!

Em 2019 a temporada do parque vai de 21 de março a 19 de maio, então não perca a oportunidade e compre seu ingresso com antecedência aqui e pule a fila da bilheteria.

|Ingresso

Compre seu ingresso com antecedência aqui e evite as filas da bilheteria, sem pagar nada a mais por isso.

|Como chegar

Ir ao Keukenhof é muito simples. Vá até a Estação Central e pegue o trem para o aeroporto de Schiphol (8 Euros). O trajeto dura 20 minutos. Ao desembarcar, suba pela escada rolante e você já estará na área de chegadas “Arrivals”. Procure pela “Arrivals 4” e vá caminhando, sempre à esquerda seguindo a placa “Buses”. Assim que der de frente com a Starbucks, ao lado esquerdo dela, há uma portinha de onde sai o ônibus da Conexxion 858, chamado Keukenhof Express.

O trajeto até Lisse, onde fica o parque, leva cerca de 35 minutos. O bilhete do ônibus é comprado na hora e custa 10 Euros (ida e volta). O ônibus é muito bom, o trajeto sem paradas e a parada final é na porta do parque. Na volta, ele estará lá te esperando também, chega um atrás do outro.

|O que visitar

O Parque é lindo, tudo é muito organizado, limpo, bem cuidado, bem sinalizado. Há painéis com mapas espalhados pelo parque para você se localizar e identificar em qual pavilhão está. Mas já digo, a regra aqui é perder-se pelas estufas e plantações.

Há também várias lojinhas com ótimos preços, inclusive a de queijos, que vale uma visita! Só para te deixar com água na boca há queijos holandeses de cabra, trufado, gouda etc por uma média de 6 a 8 Euros.

Um detalhe que achei interessante é que os empregados do parque são todos senhorinhas aposentadas que devem ser ‘convocadas’ para a temporada, já que o parque só abre 3 meses por ano. Assim que entramos já fomos recepcionados em holandês por duas simpáticas senhoras holandesas: Goedemorgen!!! Já deu pra entrar no clima imediatamente… lá dentro, mais fotos com holandesas, agora a caráter 🙂

A exposição deste ano de 2015 está imperdível, pois faz homenagem aos 125 anos do falecimento de Van Gogh e foi criado o autorretrato do pintor em um mosaico de tulipas de 250 metros2. Nas estufas as tulipas e orquídeas também seguem as cores e temas do pintor.

|Atividades

O parque é dividido em pavilhões com jardins, estufas, moinhos, canais e campos de tulipa. Além de caminhar entre as diversas plantaçoes, há outras atividades como sobrevôo pelos campos de tulipas. Como a procura é grande e o número de assentos na aeronave é pequeno, convém reservar com antecedência aqui. O passeio de barco é outra ótima opção. Os barcos navegam os estreitos canais entre os campos e dura 45 minutos. O valor é €8 para adultos e €4 para crianças. Também é possível fazer um tour guiado “gratuito” todos os dias às 14:00 partindo do Pavilhão Juliana.

Cansou de caminhar? Na entrada, próximo ao estacionamento, eles alugam bicicletas e tem até rotas/ circuitos pré planejados para você seguir. O valor é €10 para adultos e €8 para crianças (e vale pelo dia todo).

Não deixe de subir no moinho para admirar o enorme campo de tulipas, que infelizmente, como fomos bem no início da primavera, ainda não havia todo florido.

 

|Como surgiu o parque

E como sugiu a ideia do parque? Keukenhof significa jardim da cozinha e sua origem está no século XV quando a condessa Jaqueline da Bavária colhia frutas e vegetais da floresta para sua cozinha do Castelo Teylingen que foi substituído pelo Castelo Keukenhof que foi construído com lindos jardins criados por Jan David Zocher, o mesmo designer do Vondelpark, em estilo inglês. Em 1949 um grupo de botânicos decidiu usar o lugar para fazer uma exposição de tulipas que foi sucesso imediato.

O parque na verdade é um catálogo a céu aberto de mais de 100 criadores de tulipas que fornecem seus bulbos ao parque. Os designers de jardim do Keukenhof então criam as formas e ‘desenhos’ em que as flores serão apresentadas. São mais de 7 milhões de flores que mostram “ao vivo” o que o mercado flori culturista holandês tem a oferecer, criando oportunidades de negócio e networking.

 

|Informações Úteis

Dias/ Horários: O parque abre de 20 de Março a 17 de Maio de 2015 das 08.00 – 19.30.

Wifi: Há Wifi gratuito por todo o parque.

Crianças: Há carrinhos disponíveis, mas não podem ser reservado. Pergunte na entrada do parque se há algum disponível

Cadeirantes: O parque é todo adaptado para cadeiras de roda; cadeiras elétricas são alugadas por €20,00 (somente dinheiro) e devem ser reservadas com antecedência pelo e-mail info@keukenhof.nl

Animais: Cachorros com coleira são permitidos no parque, mas não podem entrar nas estufas e restaurantes.

Guarda Volume: Logo na entrada do parque há um guarda volumes gratuito.

 

P.S. O link para a minha página de ingressos é uma parceria do blog com a TicketBar, uma empresa europeia que vende ingressos online de maneira segura e confiável, mas com vantagens extras para você:

  • Tá em português;
  • Melhor custo benefício: Você pode comprar alguns ingressos com desconto ou pelo mesmo preço da bilheteria, mas sempre com a vantagem de pular a fila! E não paga nada a mais por isso;
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Amsterdam · Europa · Holanda

Onde comer barato em Amsterdam

Amsterdam é uma cidade cara, mesmo comparada com outras da Europa. Mas dá pra comer coisas deliciosas nas lanchonete, food trucks e até em alguns restaurantes por volta de 3-5 euros por pessoas.

Os holandeses comem lanche na hora do almoço e como resultado, lá pelas 17 ou 18h eles já estão varados de fome e prontos jantar. Então se quiser jantar fora, programe-se para sair cedo, pois depois das 20h já está tudo fechado e o negócio vai ser apelar para um lanche. As lanchonetes ficam abertas até mais tarde, mais ou menos até às 22:00.

Para seguir a tradição, na ora do almoço vá de lanche e deixe os restaurantes para à noite! Além de bem gostoso o bolso agradece ;). Nesse post escrevi sobre as comidas típicas e baratas da Holanda e que podem ser encontradas nos restaurantes abaixo:

1) Food trucks

Limpíssimos e espalhados por toda a cidade. Ideal para comer os Boodjes, croquetes e arenque com pão.

2) Vlaamse Frites

A batata frita é o orgulho nacional dos holandeses (apesar se eles comerem a versão belga) e são encontradas por toda a parte em cones individuais ou em como acompanhamento de lanches e pratos, pois eles não comem arroz e o substituem pela batata frita.

Experimentei em vários lugares e a que mais gostei foi a da Vlaamse Frites acompanhadas de maionese, jupsauce, molho holandês, de amendoim ou catchup. O melhor croquete (Bitterballen) que comemos.

3) Febo – de lekkerst!

Febo é uma rede de fast food de frituras que ficam em forninhos na parede. Não experimentamos por falta de oportunidade, mas o fluxo de holandeses era intenso e os forninhos eram esvaziados e reabastecidos constantemente.

Não há atendentes, você coloca a moeda (1 ou 2 euros) no forninho escolhido e voilá – um pestico holandês. No balcão ao lado o atendente vende as batatas fritas no cone. Rápido e barato.

4) Maoz

Delicioso! Você sabe o que é falafel? É um bolinho de grão de bico e tahine do oriente médio que eu simplesmente adoro. Já fiz muitas vezes em casa e imaginem o tamanho da minha alegria quando dei de cara com o restaurante especializado em falafel!

Falafel no pão sírio, com salada, no ato de todas as formas e, se quiser, acompanhado de batatas fritas. Molhos e buffet de saladas (tomate, pepino, berinjela, tabule etc.). Média de 3 euros o sanduíche de falafel.

5) Mercados Albert Heijn e Hema

Os mercados são excelentes e muito baratos. O Albert Heijn é tipo o nosso pão de açúcar ideal para comprar queijos, cerveja, vinho, stroopwafel e chocolates.

O Hema é ainda mais barato, tem inclusive uma lanchonete dentro com sanduíches e cafés (média de 2 euros o sanduíche) e vários pratos prontos que vão de saladas com camarões gigantes, cuscuz marroquino, lasanhas a pratos típicos da culinária holandesa. Inclusive a salsicha “rookworst” deles é considerada a melhor da Holanda e que compões alguns pratos típicos como o Zuurkool Stamppot que falei aqui e servida no restaurante Moeders que falo abaixo.

Os pratos custam de 3 a 6 euros e se o seu hotel tiver cozinha com micro-ondas pode se jogar.

6) Simit Sarayi

Desde que morei na Alemanha e comi os sanduíches maravilhosos de lá feitos com mussarela de búfala, pesto, pães com sementes nunca mais consegui comer qualquer sanduíche sem compará-los até que em Amsterdam encontrei o Simit Sarayi.

Uma lanchonete exclusiva de sanduíches gourmet, mini pizzas e alguns salgados típicos e frequentada pelos locais! Parada obrigatória na hora do almoço! Super recomendo! A média de preço dos sanduíches é de 3-6 euros.

 

7) Moeders

Esse restaurante é ideal para experimentar comida típica holandesa. É mais caro, cerca de 20 euros por pessoa, mas pelo menos uma noite, quando estiver passeando pelo bairro Jordaam, você tem que ir. Ele é famoso por ostentar em suas paredes fotos das mães dos clientes. Inclusive você pode levar a foto da sua mãe que eles pendurarão por lá.

A dica aqui é pedir a seleção de pratos típicos que são uma série de mini pratos típicos para você degustar o melhor da culinária holandesa. Vale muito a pena!

Moeders

Rozengracht, 251, Amsterdam