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Roteiro de carro pela Toscana

Quando comecei a planejar nossa segunda viagem para Florença, rapidamente decidi encaixar alguns roteiros de carro pela Toscana.

Depois de algumas pesquisas e de acordo com os dias que tínhamos disponíveis me centrei em 2 rotas principais: o Val d’Orcia e a Via Chiantiana por reunirem todos os clichês toscanos que estávamos esperando: montanhas verdes salpicadas por cidadezinhas medievais fofas, corredores de ciprestes, prados cheios de flores e muito vinho Chianti, o mais tradicional da regiao.

  • Como chegar

A melhor maneira de se chegar à Toscana é de aviao. As melhores bases para começar sao Florença e Pisa, dependendo de onde vem seu vôo.

Se você já está visitando alguma outra parte da Itália, como nós, que estávamos em Veneza, a melhor maneira de chegar a Florença é de trem. As distâncias na Itália sao pequenas e os trens além de confortáveis sao super baratos. Compre diretamente no site da Trenitalia 1 mês antes da data da sua viagem, quando a compra e os descontos online sao liberados.

Você conseguirá comprar online e com antecedência, somente as viagens interestaduais. As viagens locais, dentro da Toscana, ou dentro de Lázio você só consegue comprar diretamente na bilheteria ou nas máquinas de venda de tickets na própria estaçao de trem da cidade em que você está. É super simples e nao precisa comprar antecipado.

  • Como alugar o carro

A melhor forma de conhecer as inúmeras cidadezinhas espalhadas pela Toscana e ainda curtir toda a beleza do caminho é de carro.

Dirigir pela Toscana é fácil. Além da qualidade das estradas, tudo é muito bem sinalizado e com GPS fica impossível nao achar o caminho certo. Na maioria das cidades, antes da entrada há estacionamentos públicos, pagos com parquímetro, só preocupe-se em respeitas os limites de velocidade e regrinhas em geral porque há muitos radares escondidos por lá.

Nós recebemos 3 multas, que chegaram depois na fatura do meu cartao de crédito, simplesmente porque por nao conhecer os caminhos, pegávamos alguma via nao autorizadas ou excedíamos um pouco na velocidade.

Sempre alugue o carro com antecedência principalmente se vai viajar na alta temporada. Além de garantir a disponibilidade, a tarifa online é sempre mais barata que a do balcao. Nao esqueça de incluir tudo o que você vai precisar no carro como GPS, cadeirinha de criança, etc. porque esses itens também podem acabar e você acabar ficando sem. Muito importante também é contratar no balcao da locadora o seguro completo que inclua danos de terceiros. O seguro completo que você contrata online  nao garante tudo o que você precisa, peça o completo no balcao, mesmo que quase dobre o preço da diária.

Se acontecer alguma coisa com o carro, seja culpa sua ou de terceiro, você nao terá que pagar nada mais por isso. Os seguros que nao sao completos te cobrarao uma franquia pelo dano. Uma vez em Belfast alguém bateu no nosso carro no estacionamento do Parque do Giant Causeway e tivemos que pagar a franquia de 250 libras! Isso porque tive um ataque de pao durismo achando que nao iria acontecer nada porque nunca tinha acontecido, pois é aconteceu pela 1ª vez justo quando eu nao tinha feito o seguro completo.

Além disso sempre, mas sempre escolha um carro que te ofereça kilometragem ilimitada, porque de outra maneira você terá um limite de quilômetros e se excedê-lo terá que pagar uma taxa por quilômetro ultrapassado e gasolina cheio-cheio, o que significa que te darao o tanque cheio e você deve devolvê-lo cheio. É a opçao mais barata.

Para pesquisar o preço dos carros entre as várias locadoras e encontrar o melhor custo-benefício eu sempre uso a Rentalcars.com

  • Roteiro

Na prática, nós ficamos 6 dias e 5 noites em Florença e nosso roteiro ficou assim:

Dia 1: Florença (chegamos de trem de Veneza (roteiro aqui))

Dia 2: Florença (veja roteiro aqui)

Dia 3: Vale d’Orcia: Montalcino, Pienza e Montepulcciano (alugamos um carro em Florença)

Dia: 4: Florença (veja atraçoes imperdíveis aqui)

Dia 5:  Via Chiantiana: Siena, San Gimignano e Volterra (Devolvemos o carro em Florença no final do dia)

Dia 6: Florença – Assis (parada) – Roma (roteiro aqui)

Nao incluimos Pisa (roteiro aqui), pois já conhecíamos da primeira vez que visitamos a Toscana, mas para quem nao conhece vale incluir um dia mais para conhecer Pisa e emendar con Lucca que é bem ao lado. Veja o post de Pisa aqui.

Quem tiver mais um dia também pode incluir no roteiro Cinque Terre, uma das regioes mais turísticas da Itália formada por cinco “terras”: Vernazza, Corniglia, Monterrosso al Mare, Riomaggiore y Manarola. Você precisará dirigir até La Spezia, estacionar o carro e de aí comprar um bilhete que te dá direito a conhecer as cinco terras, algumas em trem e outras em barco. Na minha opiniao, elas sao bem parecidas com a Costa Amalfitana, ou seja, fogem um pouco do conceito de Toscana, mas se eu tivesse mais um dia, as teria incluído no roteiro.

Em resumo, um roteiro ideal pela Toscana seria de 8 dias, para conseguir conhecer os principais pontos. Portanto, conforme os dias que você tenha, decida o que mais te agrada e reduza ou amplie seu roteiro por lá.

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Onde comer barato em Florença

Na Itália come-se muito bem e a oferta de restaurantes é muito atraente. Há algumas diferenças do Brasil: os dois principais tipos de restaurantes são as ‘tratorias’ e as ‘buccas’ que são restaurantes nos porões das casas. Lá ninguém toma suco ou refrigerante durantes as refeições e sim água e vinho que junto com uma cestinha de pães e grisinis compõem a entrada da maioria dos restaurantes. O café com uma massinha doce, tipo croissant, também é uma instituição em qualquer lugar por lá.

  • Os Cafés Históricos De Florença

Uma das experiências mais gostosas de Firenze é sentar em um de seus antigos cafés que desde 1800 recebem intelectuais e artistas. Os mais bonitos café estão na Piaza della Republica como o Caffè Gilli, o Caffè Paszkowski e o Caffè Le Giubbe Rosse. São todos cafés super elegantes com serviço de high tea e mesas externas, feitos para apreciar a paisagem da praça com seu famoso carrossel.  cafe gilli Nós fomos no Caffè Gilli de 1733 que é o único com decoração em estilo Belle-Epòque com vitrais , atiguidades e lustres de Murano. Famoso pelo capuccino e ‘ciocolatta’ mais cremosos da cidade e pelas ‘pastries’ delicadas, além do seu Wine Bar. Caffè Gilli Florença Café mais simples, especialmente para um café da manhã sem tanto refinamento estão na Praça do Duomo como o Caffè Michelangiolo e a Latteria Caffellatte que valem uma visita até mesmo só por uma xícara de café.

Shake Café: Por último, um lugarzinho para tomar um bom café da manhã, meio caminho para o Duomo na Via Cavour com paozinho, croissant, cafés, smooths e sucos naturais. O ambiente é bem agradáveis e o atendimento rápido.

Shake Café, Florença

  • Restaurantes

Tratoria Marione – Via della Spada, 27, Florença, Itália Quando coloquei no mapa – bingo! a Tratoria Marione era quase do lado do nosso hotel e, logo, foi a escolhida. Tratoria Marione Florença Uma autentica cantina italiana com toalha xadrezinha, vinho da casa e muita ‘pasta’! No final, claro, um tiramissu porque ninguém é de ferro. Ótima escolha (e preço ainda melhor!). Lá eles também servem a típica Bisteca Fiorentina que é típica da região.

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Osteria Belle Donne: Bem perto da Trattoria Marione, na Via delle Belle Donne, também jantamos uma noite na Osteria Belle Donne, na varandinha, um ambiente bem mais calmo que o da Trattoria, sob a luz do luar e ao embalo de um excelente vinho. Fomos de massa e peixe, mas vimos que também servem a típica Bisteca Fiorentina, que tem boas avaliações. Recomendado!

Osteria Belle Donne

Outro lugar imperdível para experimentar o prato típico de Florenza, a Bisteca Fiorentina, é o Cipolla Rossa.

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Acqual al 2: um restaurante escondidinho na Via della Vigna Vecchia, próximo à Piazza della Signoria, descobrimos por acaso, porque ficava em frente ao apartamento que alugamos, e acabou sendo uma agradável supresa. Fomos duas vezes lá, mas é preciso fazer reserva porque está sempre muito cheio. Pessoal super atencioso e massa e carne sensacionais. Além disso, a sobremesa mais famosa do lugar é um delicioso tiramisu de dar água na boca. O ambiente é super agradável, a meia luz, vinho da casa excelente e na parede pratinhos assinados pelas celebridades que já comeram ali.

Tiramissu do Aqual al 2

Para o melhor sanduíche da sua vida vá ao All Antico Vinnaio, em uma ruazinha que sai da Piazza della Signoria. Imperdível.

Para um almoço descompromissado descobrimos que agora há um Eataly em Florença. Presunto e burrata impecáveis.

Enoteca  e Deli Procacci – Via Tornabuoni, 64r, Florença, Itália Já comentei sobre ela aqui. Sabe quando chega o meio da tarde quando bate aquela fominha? Vá de mini sanduíches trufados acompanhados por uma taça de Chianti Pépoli na Deli mais antiga de Florença! Não tem erro. Eu sou apaixonada por esse lugar, além de que a rua é super charmosa, do lado das lojas das grandes marcas de roupa.

  • Sorveterias
  • Outra instituição italiana é o gelato ou sorvete e o que não faltam por lá sao sorveterias. Nunca provei nenhum sorvete ruim na Italia, mas em Florença tenho a minha favorita que é a Venchi, especialmente para os sorvetes de chocolate (sim, há mil variações), nocciola( avelã) e pistache que super cremosos e deliciosos.
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    Roteiro de 2 dias em Florença

    Il Duomo di Santa Maria di Fiori em Florença é o centro histórico, artístico e econômico da Toscana e foi o berço do Renascimento Cultura entre os séculos XV e XVI. O ideal é hospedar-se o mais próximo possível dele para curtir a cidade e facilitar o deslocamento.

    Florença de carro: Cuidado com as ruas restritas

    Na segunda vez que estivemos na cidade, alugamos carro, pois a aproveitamos como base para conhecer várias cidades da Toscana como Siena, Assis, San Giminiano, Montalcino entre outras. De carro é preciso ficar atento as zonas de acesso restrito de automóveis. O centro de Florença tem dezenas de ruas exclusivas a pedestres, a fiscalização é exigente e as multas são pesadas. Nós tomamos 3 multas que só descobrimos na volta da viagem, pois foram pouco a pouco sendo descontadas no cartão de crédito. Todas por volta de 80€.

    Assim que chegamos, deixamos nossas coisas no hotel e fomos direto à Piazza del Duomo.

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    A Igreja ainda estava fechada e ficamos na praça admirando a beleza da construção, resultado de um trabalho que se extendeu por seis séculos. A obra me impressionou, com sua imensa cúpula de 100 metros de altura.

    Na fachada encontramos um mosaico com mármores coloridos em estilo neogótico e enormes portas de bronze com várias cenas em relevo decoradas pot Ghiberti.

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    A cúpula é um dos maiores destaques é a cúpula, projetada por Brunelleschi com revestimento em mármores brancos de Carrara, verdes de Prato, e vermelhos de Siena. Absolutamente maravilhosa. Tiramos muitas fotos.

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    Não deixe de admirar a pintura interna da cúpula representando o Juizo Final, uma das mais bonitas obras da História da Arte. Brunelleschi conseguiu subir a cúpula sem andaimes com técnicas por ele desenvolvidas.

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    A decoração interna é simples e foi se perdendo ao longo dos anos. Algumas esculturas estão no Museu da Ópera del Duomo.

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    A entrada na Igreja é grátis, mas tem fila. Se você chegar cedo, você pode assitir à missa sem filas.

    Sobre a porta de entrada há um relógio cercado de várias pinturas acertado de acordo com a hora italica, uma divisão do tempo comumente empregada na Itália até o século XVIII, que dava o por-do-sol como o início do dia.

    Florença

    Pode-se subir até a cúpula por 8 Euros, para vistas maravilhosas na cidade, mas como nosso hotel tinha um terraço no último piso com vista para o Duomo e para a cidade não vimos necessidade de subir.

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    Também é possível subir na Campanile, construído por Giotto e revestido com mármore branco, rosa e verde.

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    Na segunda vez que estivemos em Florença, subimos à Camapanille. É necessário comprar um bilhete online aqui e com antecedência. O bilhete vale por 48 horas a partir do primeiro uso.

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    Isso porque, o mesmo bilhete, dá direito ao Campanário, à Cúpula, à Cripta e ao Museu. Mas, preste atençao: ao comprar o bilhete para determinado dia, em seguida você precisa reservar o horário em que vai subir à Cúpula no próprio site de compra do bilhete. Senao, no dia nao te deixarao subir, mesmo com o bilhete em maos. Isso aconteceu conosco e nao subimos na Cúpula.

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    Mas subimos no Campanário, que apesar dos inúmeros degraus vale demais porque dele se tem uma vista super privilegiada do Dumo. É inesquecível. Mas mesmo com bilhete em maos recomendo chegar cedo, principalmente no verao, pois as filas e o calor sao enormes.

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    Ele mede 85 metros, um pouco mais baixo que a cúpula. O conjunto da fachada maravilhosa, a cúpula gigante e engenhosa e a campanile fazem de Santa Maria dei Fiori, uma das igrejas mais bonitas do mundo.

    O Battistério di San Giovanni fica bem em frente e é considerado o prédio mais antigo da cidade, famoso também por suas lindas portas de bronze. Ele funcionava como uma torre de guarda que protegia a cidade.

    Dentro dele é tudo é ouro puro, um dos lugares mais incríveis em que já estive.

    Com o mesmo ingresso também visitamos o Museu do Duomo que conta a história da sua construção e como seus mínimos detalhes foram projetados.

    Seguimos para a Piazza de San Lorenzo, onde fica a Basílica de São Lorenzo, uma Igreja renascentista onde está o túmulo dos Medici.

    Logo em frente está a Piaza del Mercato onde fica o Mercato Centrale que existe desde o século XIX quando Florença ainda era capital da Itália.

    Voltamos pelo mesmo caminho e decidimos almoçar no Eataly. Na saída passamos pelo Museu Bargello, que fica em um palácio renascentista do século XIX, e que abriga uma coleção de esculturas renascentistas incluindo obras de Michelangelo.

    De lá seguimos caminhando pelas ruazinhas históricas até a Piazza della Signoria.

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    A praça fica em frente ao Palazzo Vecchio que lhe deu o nome (Palazzo della Signoria) que divide espaço com a Galeria Ufizzi e o Palácio dos Tribunais.

    A praça é linda e um museu ao ar livre. Está rodeada por estátuas, dentre elas a cópia de David, de Michelangelo, cuja original está na Galerie dell’Academie. Estátuas de Judith e Holoferne de Donatello e a Fonte de Netuno de Bartolomeo Ammannati.

    A praça foi o berço da República Fiorentina e ainda o representa. Nela está o Palazzo Vechio que hoje é a sede do município e abriga um museu com obras de Michelangelo e Vasari.

    Para entrar no Palazzo Vecchio compramos o ingresso online con antecedência. Ele respresenta a sede do poder cívico de Florença e foi residência dos Medici antes da sua mudança ao Palazzo Pitti. Veja o post completo aqui.

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    Na Galeria Uffizi vimos a famosa Venus de Boticelli.

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    Para evitar filas a dica é comprar os ingressos online. Chegando lá, basta trocar o voucher pelos ingressos e entrar na bilheteria da Porta 3 com no máximo de 15 minutos de antecedência.

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    Não pegamos nenhuma fila. Essa reserva online custa 4 Euros a mais, mas vale a pena.

    Florença

    A galeria foi inaugurada em 1580 e é um dos museus mais famosos e antigos do mundo. Abriga trabalhos de Giotto, Boticelli, Leonardo Da Vinci, Raphael, Michelangelo e Caravaggio. O ‘Nascimento de Vênus’ de Sandro Boticelli é a obra mais famosa do museu, feita por encomenda da família Medici e representa o nascimento de Afrodite.

    Ponte Vecchio Florença

    O último andar é todo envidraçado com vista para a Ponte Vecchio que rende muitas fotos bonitas. Há também um terraço com café e lindas vistas da cidade e do Palazzo Vechio.

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    Paramos para comer em um dos melhores lugares da viagem: a Enoteca Procacci. Lá tomamos um Chianti excelente, o Peppoli, que se tornou nosso favorito. Outro famoso é o Brunello de Montalccino que compensa muito comprar na Itália.

    Ao sairmos da Procacci, passeamos pelas ruas chiques da cidade, perambulando entre as loja de ‘haute couture’ e outras ruelas até alcançarmos a Ponte Vecchio.

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    A Ponte Vecchio foi construída em 1345, primeiramente em madeira e depois em pedra e tendo resistido à Segunda Guerra Mundial, é a ponte medieval mais famosa de Florença. Ao longo da ponte existem várias joalherias e ourives e isso se deve a um fato curioso: As lojas pertenciam no século XIII a açougueiros e todo o lixo era jogado no rio Arno.

    O Bar Pontevecchio fica no final na ponte e tem um mesanino ideal para se refrescar do calor

    Por ordem do Grão Duque Fernando I, em 1593 todas os açougueiros foram retirados e substituídos por joalheiros.

    Atravessamos a Ponte Vecchio e saimos em frente ao Palazzo Pitti, que é um grande palácio renascentista em Florença. Datado do século XVII, foi projetado por Brunelleschi (o mesmo que projetou a cúpula do Duomo) para residência de Lucca Pitti, um banqueiro fiorentino. Logo depois foi comprado pela família Medici e serviu de residência para grandes duques da Toscana: a própria família Medici, os Bonaparte, os Bourbon e os Sabóia.

    A familia de banqueiros Medici governou Florença por 300 anos e foi responsável pelo explendor do Renascimento que a cidade exibe.

    Depois disso pegamo um táxi para ir até a Piazzale Michelangelo que é o único ponto fora do centro histórico da cidade.

    Um dos pôres do sol mais lindos que já vi!

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    Famosa por proporcionar uma vista linda de toda a cidade e ter um pôr do Sol muito bonito, é um dos cartões postais imperdíveis de Florença.