Deserto do Atacama · Dicas de Viagem

Como se vestir no Deserto

As temperaturas no deserto do Atacama variam bruscamente entre noite e dia e entre sol e sombra por isso é muito importante saber como se vestir no deserto. Enquanto que de dia as temperaturas podem chegar a 54ºC, no final da tarde já está uma média de 17ºC e à noite chega à 0ºC. E mesmo estando 40ºC no sol se você entrar na sombra já vai ficar com frio e se ficar lá parado vai ficar com muito frio.+

Além disso o Atacama é o deserto mais árido do mundo então pele, lábios, olhos e cabelos ficam extremanete ressecados. Nos passeios leve sempre uma garrafa de pelo menos 1,5l de água por pessoa (é o que os guias recomendam e se tivesse mais teríamos bebido porque o calor é muito forte) e na maioria dos lugares não há onde comprar. Na mochila do passeio não deixe de levar protetor labial, protetor solar, hidratante facial, rinosoro, colírio, chapéu, óculos de sol e blusa de frio.

Eu preferi ir de calça nos passeios porque de manhã, quando saíamos para os passeios é e também na volta fazia muito frio. O  ideal é usar aquelas calças com a perna destacável, blusa de calor ou camiseta e uma blusa de frio por cima.

Já para o passeio dos Geyser del Tatio em que a temperatura chega à -3ºC é preciso usar fleece ou polar e um casaco corta vento, além de luvas, cachecol e gorro e uma segunda pele ou legging por debaixo da calça.

Sapato fechado é essencial. Nada de sandália ou chinelos porque você vai andar sobre sal puro e terrenos muito arenosos, então um sapato que proteja os pés é essencial.

E não deixe de levar roupa de banho, pois muitos passeios oferecem piscinas naturais ou lagoas.

 

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Chile · Deserto do Atacama

San Pedro de Atacama | Dicas Básicas

Como chegar

A cidade mais próxima e ponto de partida para explora o deserto do Atacama é San Pedro do Atacama, um vilarejo de ruas sujas e casas de adobe, localizado a uma altitude de 2.400m entre o deserto e o altiplano boliviano. Oferece uma gama de restaurantes e alojamentos, com clima moderno e lotada de turista principalmente europeus e japoneses.

Para chegar à San Pedro é necessário partir de Santiago do Chile para Calama. Calama é a última cidade com aeroporto mais próxima do deserto. As melhores opções de vôo são com a LAN e a Sky Airline, que é uma empresa chilena, que faz vôos nacionais.

As passagens mais baratas são encontradas na Sky Airlines por cerca de R$300,00 ida e volta. A única dificuldade é que a loja online da empresa não funciona com cartões de crédito brasileiros e, portanto, é preciso ligar para o atendimento ao cliente e fazer a compra pelo telefone (37111 9367). Mas é simples e vale muito a pena, pois a passagem sai pela metade do preço. No blog Viaje na Viagem o Ricardo Freire fala da possibilidade de comprar a passagem por e-mail.

Como ir de Calama a San Pedro de Atacama

Em Calama é preciso pegar um transfer do aeroporto para San Pedro ou um táxi até a rodoviária e de lá um ônibus de turismo para a cidade.

Vans

Para as vans há guichês no saguão do aeroporto que oferecem os serviços, mas só para os primeiros vôos do dia. Quando nosso vôo chegou todas as vans já haviam saído e então pegamos um táxi até a rodoviária.

Ônibus

Os ônibus da Turbus são excelentes e a maioria tem dois andares. Tente comprar os lugares da primeira fileira do segundo andar. A vista é deslumbrante. A viagem dura cerca de 1h30min e as paisagens já anunciam o que o deserto tem a oferecer.

Câmbio

Outra dica é já chegar com dinheiro trocado porque não há casa de cãmbio no aeroporto, que é bem pequenininho, e os taxistas não aceitam dólares ou reais.

O que levar

Uma dica importantíssima é sobre a bagagem. Escolha bem o tipo de mala que vai levar e dê preferência à uma mochila ou mala pequena que você possa carregar.

As ruas da cidade não são asfaltadas ou são de paralelepípedo e, apesar de minúscula, o ônbus não para na porta do seu hotel e você vai ter que carregar suas coisas por umas duas ou três ruas – isso se ficar hospedado na cidade. Se ficar nos hotéis mais afastados, dê preferência à van, pois te deixará direto no hotel.

O clima do deserto é bem quente de dia sob o sol. Na sombra é fresco e às vezes frio e à noite pode chegar a zero graus. O sol é bem forte e queima mesmo, vale levar chapéu e protetor solar de alto fator de proteção.

Quando ir

O deserto pode ser visitado em qualquer época do ano. No entanto, se você pretende alugar um veículo 4 x 4 para viajar pelo altiplano e chegar até o Sala de Uyuni na Bolívia, entre os meses de dezembro e fevereiro, há chuvas fortes que destroem muitas estradas.

Chile · Santiago

Santiago | Pueblito Los Domenicos e Bairro Las Condes

No nosso primeiro dia em Santiago, depois de sobrevoar as cordilheiras dos Andes, deixamos as coisas no hostel e pegamos o metrô até o Pueblito Los Domenicos. Trata-se de uma aldeia de artesãos localizada no bairro de Las Condes aos pés da Cordilheira dos Andes. São mais de 150 lojas que vendem desde móveis e acessórios para a casa até jóias e esculturas de pedras preciosas.

Além disso é um ótimo lugar para comprar artesanato local e as famosas esculturas e moais da ilha de Pascoa.

A sensação ao cruzar os portões é de tranquilidade em meio a trabalhos de diversas escolas chilenas.

O povoado era originalmente uma fazenda cujos donos construíram uma igreja de cúpulas de cobre, chamada San Vicente Ferrer de Apoquindo em homenagem aos filhos mortos na infância.

Antes de morrer, o dono da fazenda, sem herdeiros, doou as terras à igreja dos domenicos e pediu que as terras fossem usadas para os camponeses. Surgiram então vários artesãos que deram origem à fama do lugar.

Depois do povoado seguimos pela avenida Apoquindo em direção ao Shopping Alto las Condes que é o maior e mais moderno da América do Sul.

Conta com mais de 200 lojas de famosas marcas internacionais como Topshop, Oscar de la Renta, Nike, Adidas, Zara, Ralph Lauren entre outras. E o preço é bem mais amigo do que no Brasil.

Pueblito Los Domenicos

Apoquindo 9085, Las Condes

Shopping Alto Las Condes

Av. Presidente Kennedy, 9001, Las Condes

Chile · Santiago

Natal Polinésio no Bali Hai em Santiago

Bali Hai é uma mistura casa de shows, restaurante e boate dentre as melhores e mais famosas de Santiago. Logo na entrada cinco moais gigantes nos dá boas vindas e no seu interior uma parede de corais, peças entalhadas em madeira e esculturas típicas da Ilha de Páscoa reproduzem o clima polinésio.

O ambiente é a meia luz e a cozinha é internacional. O forte do lugar são os frutos do mar, deliciosos e diferente dos que estamos acostumados já que as águas geladas do Pacífico abrigam espécies únicas. Já começamos bem com uma entrada exótica…

Para a ceia de Natal o menu é fixo e pudemos escolher a entrada, o prato principal e a sobremesa dentro de duas opções. O preço também é fixo por cabeça: ceia + show + bebida à vontade + balada = R$98,00 por pessoa.

No final da comilança as luzes se apagam, o som aumenta e as dançarinas polinésias sobem no palco. Os dançarinos tocam ritmos do Pacífico Sul e o show agita a galera. No final os dançarinos tiram os convidados para dançar e próximo à meia noite começa a contagem regressiva para o Natal. Depois das doze badaladas a festa adentra a madrugada.

É importante reservar uma mesa antes de ir porque o lugar sempre lota.

Bali Hai

Av. Cristobal Colón, 5246, Las Condes, Santiago.

Argentina · Chile · Mendoza · Santiago

Mendoza | Atravessando as Cordilheiras dos Andes

Depois de passear pela cidade corremos para o aeroporto para pegar o vôo das 12 para Mendoza. É possível fazer o caminho de ônibus e quem fez fala que é imperdível, com exceção do cara do meu hostel que achou que ia morrer nas curvas (tipo a estrada da morte da Bolívia rs – só faltou a camiseta ‘I survived the death road’). Mas leva 6h e não queríamos aproveitar Mendoza ao máximo (isso significa tomar a maior quantidade de vinho/ minuto possível – NOT! rs).

Além disso, uma dica é ir para Mendoza a partir de Santiago e não de BsAs como a maioria faz. As passagens saem pela metade do preço. A partir de BsAs sai cerca de R$400 (ida e volta) e a partir de Santiago sai R$200 (ida e volta) pela Aerolíneas e leva 40 minutos. Como o Chile é um país alto o vôo resulta em 40 minutos de fotografias e filminhos constantes com direito a gritinhos quando aparece a neve rs. As Cordilheiras ficam muito próximas de nós.

Chegamos às 12h30 e fomos direto para o Hotel Argentino onde ficaremos durante os dias em Mendoza.

É o típico hotel BBB e fica perto dos principais pontos da cidade.

Mendoza é uma cidade relativamente grande, mas compacta. Os grandes atrativos estão fora da cidade como os vinhedos, o Aconcágua e os vulcões e os esportes radicais. Mas vale também conhecer a cidade. Basta se perder por suas ruas e usar o táxi (q é bem barato) para distancias maiores. No mapa estão as minhas dicas de lugares must go na cidade.

A – Hotel Argentino

B – Winery (loja especializada em vinhos)

C – Peatonal Sarmiento

D- Restaurante La Bourgnogne (dentro do Hotel Diplomatic)

E – Restaurante 1884

F- Calle Aristides Villanueva (rua de lojas legais, bares e restaurantes

G – Restaurante Azafran

H – Anna Bistrot

As agências de turismo ficam em volta da Plaza Independencia.

Depois de deixar as malas no hotel fomos almoãr no La Bourgogne dentro do Hotel Diplomatic. Este restaurante é francês e comandado pelo chef  Jean-Paul Bondoux. Tanto o ambiente quanto a comida são incríveis e com o peso a R$0,43, é como ganhar 50% de desconto em tudo o que vc compra!!!

Hall de entrada do hotel
Entrada do restaurante La Bourgnogne

Lá tudo é impecável e como manda o figurino tipo 15 tipos de talheres, 23 tipos de copos e assim vai… Ele existe também em BsAs e Punta del Leste. Você escolhe uma entrada, um prato principal e uma sobremesa dentre as opções e pode ou não harmonizar com vinho. Foi tudo muito bom.

Nhoque de Batatas iguais aos da minha avó que é a melhor da melhor do mundo em fazer nhoques!!!!

Não houve espaço para a sobremesa e depois disso fomos caminhar e procurar um agência para fechar o passeio para o Aconcágua que faremos amanhã (quer dizer hoje de manhã). Sairemos às 7h45 e voltaremos às 19h. Vou dormir agora senão não acord0. Aqui não tem horário de verão então já é 1am. Nos próximos posts conto do nosso jantar no restaurante do Francis Mallmann e das duas primeiras vinículas que conhecemos ontem e conto como foi ver o Aconcágua. Vou estrear a minha máquina fotográfica nova em paisagens!!!!!!