Cracovia · Europa · Polonia

Polônia | Cracóvia: Dicas de Hospedagem, transporte e restaurantes

  • Onde ficar na Cracóvia?

Nos ficamos hospedados no Hotel Francuski que além de excelente nos permitiu fazer quase tudo que queríamos, com exceção da Fábrica de Schindler a pé. Ele fica junto à Porta da Muralha e a 10 minutos da Estaçao de Trens. Leia o post com o roteiro da Cracóvia aqui.

Ele é um hotel 4 estrelas de estilo clássico, super limpo e aconchegante com um bar encantador e um café da manha digno da realeza.

  • Como se locomover na Cracóvia?

Se você ficar perto do Centro Antigo, você conseguirá fazer tudo a pé. Até da estação de trens ao nosso hotel fomos a pé porque era super pertinho.

O único lugar mais longe para nós foi a Fábrica de Schindler em que precisamos pegar um tram, super simples, barato e prático. Pegamos as instruções na recepção do hotel e nos marcaram tudo no mapa.

  • Onde comer na Cracóvia

Na Cracóvia assim como em Varsóvia comemos muito bem e barato. Descobrimos o excelente Gospoda Koko (Golebia 8), de comida típica polonesa deliciosa e preço imbatível, cerca de 8 euros para duas pessoas e com muita comida.

Pede-se no balcão o prato principal que pode vir acompanhado por uma sopa e uma salada. Pedimos schnitzel acompanhado por purê de batatas com dill e sopa de legumes e couve-flor. Delicioso e o ambiente super acolhedor e estilo medieval (desça para o subterrâneo).

Um lugar imperdível na Cracóvia para provar a famosa Vodka Polonesa é o Wodka Bar (Mikolajska 5), um bar clássico polonês para provar as diversas variações da bebida, dizem mais de 120!

O lugar é pequeno então chegue cedo, de preferência antes do jantar para conseguir um lugarzinho. Nós pedimos duas vezes a Degustação de Vodcas que dá direito, cada uma, a seis doses dos sabores escolhidos por você. Uma melhor que a outra e a de chocolate parece Baileys.

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Polônia | Cracóvia: O bairro Judeu e a Fábrica de Schindler

A Cracóvia é considerada a cidade mais importante da Polônia quando se fala em património histórico e cultural. Leia os outros posts a Cracóvia aqui.

É também a cidade mais visitada do país e ao contrário de Varsóvia muitos de seus edifícios e monumentos sobreviveram à 2ª Guerra e estão intactos apesar de até hoje ninguém saber explicar porque Hitler poupou a Cracóvia de seus ataques.

Ela foi capital do reino da Polônia por 6 séculos e após o traslado da capital à Varsóvia, Cracóvia ficou um pouco esquecida e só retomou seu esplendor quando passou para o domínio do Império Austro-Húngaro e se converteu no berço da cultura polonesa.

Depois da invasão nazista, Cracóvia passou a ser a capital do Governo Geral e os judeus foram isolados no Gueto de Cracóvia, do outro lado do rio, muito próximo da Fábrica de Schindler no bairro de Kazimierz.

A Cracóvia também é muito procurada como um destino de fé onde Joao Paulo II passou 40 anos da sua vida. Existem muitas rotas marcadas pela cidade com os lugares ele frequentava e a casa onde ele viveu com seu pai. Na cripta do Castelo de Wawel, o Papa João Paulo II celebrou sua primeira missa.

  • A Fábrica de Schindler

Do outro lado do rio, ao oposto da cidade antiga, está o bairro judeu de Kazimierz onde foi criado o Gueto da Cracóvia durante a 2ª Guerra Mundial e onde está instalada até hoje a Fábrika de Schindler.

Schindler foi um empresário alemão que salvou a vida de milhares de poloneses durante a 2ª Guerra Mundial que estavam empregados em sua fábrica de cerâmicas na rua Lipova, 4, na Cracóvia, onde hoje está o Museu.

A Fábrica convertida em Museu tem uma exibição permanente com o nome de “Cracóvia sob a ocupação nazista 1939-1945” que conta de maneira bem interativa a história dos habitantes da cidade, poloneses e judeus, dentro e fora da fábrica e dos prisioneiros (que eram funcionários da fábrica) Oskar conseguiu salvar do Campo de Concentração.

Ele realmente protegia seus empregados e quando um não vinha trabalhar na manha seguinte, ele logo tratava de identificar  para qual Campo de Concentração aquela pessoa havia sido enviada e o trazia de volta.

A Fábrica de Schindler tornou-se especialmente famosa depois que Steven Spielberg produziu em 1993 o filme a Lista de Schindler, ganhador de 7 Óscars.

Entrar na fábrica é fazer uma viagem ao passado e todas as informações que eu havia recebido até aqui em Varsóvia, em Auschwitz e de quando estivemos na Alemanha, começaram a se encaixar e a fazer todo o sentido, formando uma enorme colcha de retalhos.

O museu tem três andares e o que mais gostei foram os “sets” que reproduzem várias cenas da época, como o escritório de Schindler, as ruas de paralelepípedo do Gueto de Cracóvia, as residências judias etc.

Através das cenas do dia a dia o museu vai contando toda a história da Cracóvia durante a 2ª guerra e você sai de lá cheio de informações incríveis. E realmente esse museu te faz pensar muito sobre como o povo polonês e especialmente os judeus sofreram e de como se converteram em uma nação tao  forte capaz de reconstruir todo um país. Porque hoje, se não fossem os museus, você não teria nem ideia do que aconteceu por ali.

Tudo é muito bonito, limpo e organizado e o povo polonês, para mim, um dos mais bonitos do mundo (em com dentes perfeitos, o que, diga-se de passagem é muito difícil de ver aqui na Europa) é um povo alegre, apesar de tudo o que passaram, e extremamente educado e solícito. Só tenho elogios para a Polônia depois dessa minha viagem e gostaria muito de voltar um dia.

18/03/img_5369.jpg”> Escritório de Schindler
  • Ingresso

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  • Ingresso

Chegar à Fabrica de Schindler é muito simples. Se você estiver no centro antigo, basta pegar um bondinho que te deixará muito perto do museu. Nós pegamos o bonde nº 6, mas basta perguntar na recepção do seu hotel o melhor bonde e a localização do ponto.

Compramos o ingresso na hora, mas é preciso chegar cedo porque o número de visitantes por dia é limitado e há muita procura. É possível fazer a reserva do seu ticket online pelo site do próprio museu neste link aqui. Recomendo fazer principalmente se for na alta temporada ou tente programar o museu como sua primeira actividade do dia para não ficar sem ingresso.

Fábrica de Schindler

Endereço: Lipowa 4, 30-702 Kraków, Polónia

Horário de Abertura: 
quarta-feira 10:00–18:00
quinta-feira 10:00–18:00
sexta-feira 10:00–18:00
sábado 10:00–16:00
domingo

(Páscoa)
Fechado

Horário durante o feriado
segunda-feira

(Segunda-feira de Páscoa)
10:00–14:00

Horário durante o feriado
terça-feira 10:00–18:00

Telefone: +48 12 257 10 17

Auschwitz · Cracovia · Europa · Polonia

Polônia| Como visitar Auschwitz saindo da Cracóvia

Auschwitz ou (Oswiecim) em polonês é uma cidade localizada a 70km da Cracóvia (leia os outros posts da Cracóvia aqui) onde fica o Campo de Concentração e Extermínio Nazista em que acorreu um dos maiores genocídios de toda a história da humanidade.

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O campo foi convertido em um Museu e é onde se encontra a melhor documentação do período no Centro de Interpretaçao do Museu Auschwitz-Birkenau. Existem duas unidades, o Auschwitz I, onde chegam todos os ônibus e onde está a bilheteria central e o Auschwitz II ou Birkenau, que você precisará pegar um táxi se quiser visitar. Ele fica a uns 15 minutos caminhando a partir do primeiro, onde você encontrará a entrada dos trens que traziam os judeus de diversas partes da Polônia e os barracões de madeira.

É bom saber que se trata de uma visita dura e sem censuras, então se você é uma pessoa sensível, as cenas lá podem te impactar fortemente.

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[/caption]Eu, pessoalmente, nunca tive vontade de conhecer um Campo de Concentração, mas quando agendamos a viagem para a Croácia, o Rogério, fez muita questão de ir até, então passei a considerar a possibilidade. Como tínhamos um dia sobrando e ir e vir é relativamente bem fácil decidi arriscar, na verdade, não sabia como me sentiria lá.

  • Ingresso

O primeiro passo é comprar o ingresso online com a maior antecedência possível, pois a entrada é super concorrida e o número de visitas é limitada por dia. Você escolhe o dia, horário e idioma em que você quer o tour.

Quando eu entrei no site para comprar, os ingressos estavam esgotados. Pesquisei muito na Internet e descobri que ainda existia uma alternativa: chegar no Museu antes das 10:00 ou depois das 15:00 quando a visita é gratuita e livre para quem não conseguiu comprar os ingressos! A única desvantagem é que essa visita é sem guia, mas como só tínhamos esse dia para visitar Auschwitz, era pegar ou largar.

O horário oficial de Dezembro-Fevereiro, quando fomos é das 8:00 às 15:00. Verifique no site o horário exato da época da sua visita, pois nos meses de verão o museu fecha às 19:00.

  • Como chegar e sair de Auschwitz

A partir da Cracóvia, é possível chegar de carro, táxi, trem ou ônibus. Nós fomos de trem. Compramos as passagens de ida da Cracóvia para Oswiecim (Auschwitz em Polonês) também com antecedência no site de trens da Polônia. O trajeto dura cerca de 1,5 hora.

Chegando na Estaçao de Trens de Auschwitz, bem na saída, você verá micro-ônibus que passam a cada 10/ 15 minutos e te deixam na porta do Museu de Auschwitz. São 5 minutos de ônibus ou 25 caminhando. Você pode ir a pé, mas como visitamos em Dezembro e fazia -1ºC não tivemos coragem.

Na volta, assim que saímos do Museu demos sorte de que ônibus que iria para a Cracóvia tinha acabado de chegar no ponto que é bem em frente à porta do Museu. Pulamos para dentro do ônibus e compramos o ingresso diretamente com o motorista. Entra gente até lotar mesmo porque levam gente de pé no corredor. Depois de 1,5 horas chegamos na Estação de ônibus da Cracóvia e como já estávamos cansados pegamos um táxi até o nosso hotel.

  • No Museu Auschwitz-Birkenau

Chegamos no Museu por volta das 13:00 e entramos diretamente na fila da bilheteria para tentar comprar os ingressos “livres”. A fila é longa e demorada porque é preciso esperar que todos sejam revistados e passem suas coisas no Raio X.

Para evitar transtornos, há um depósito de bagagens do lado esquerdo da porta de entrada. É obrigatório deixar bolsas grandes, malas ou mochilas por lá antes de entrar. Deixamos nossas mochilas e entrei somente com uma bolsinha pequena. Na verdade, eu deixei nossas mochilas no depósito enquanto o Rogério ficou na fila da bilheteria.

Passada a revista, passamos na bilheteria e ganhamos um ticket de acesso, sem nenhum custo e entramos no museu.

Visitamos muitos lugares por nossa conta e em alguns prédios seguimos algum grupo que estava com guia e não perdemos nenhum detalhe. Todos os “galpões” do Museu, além da exposição,  apresentam toda a informação e história em painéis pendurados nas paredes e assim é por todo o Campo.

Logo no início da visita passamos pela Entrada Original do Campo de Concentração rodeada por arames farpados e pelo portão principal sob a mensagem “Arbei macht frei”, o “Trabalho liberta”.

Isso porque quando os judeu embarcavam para Auschwitz, eles não sabiam que estavam indo para um Campo de Concentração, mas acreditavam estar indo trabalhar como escravos em alguma fábrica para os Nazistas. E com essa mensagem os alemães queriam que os judeus acreditassem que se trabalhassem bastante, um dia seriam libertado.

Dentro do Campo há vários galpões espalhados pelo lugar e somente 5 deles são usados como Museu. E é dentro desses galpões que você entra em contato com o que realmente acontecia por ali e com todas as atrocidades que foram cometidas.

São diversas salas com fotografias dos judeus que morreram, e pela data de chegada e morte você percebe que a média de vida era entre 6 meses e 1 ano dentro do Campo de Concentração. Devido a fome, frio e más condições, quase todos ficavam doentes muito rápido e ou morriam ou eram mortos nas câmaras de gás por já não poderem trabalhar.

Há uma coleção de roupas, sapatos, malas que os judeus traziam nos trens e que lhes eram tirados ao chegar à Auschwitz. Todos recebiam um uniforme super fino para enfrentar temperaturas negativas e um clima super húmido.

Há salas com cabelos arrancados, com os quartos que eles dormiam, com os fornos, as prisões e calabouços e as câmaras de gás. É tudo muito impressionante e impossível e sequer imaginar o medo e o sofrimento pelos qual aquelas pessoas passaram. É de cortar o coração e extremamente difícil de acreditar de como o ser humano pode ser tão cruel.

Um dos edifícios era o hospital onde o Dr. Mengele que fazia suas experiências com humanos. Eu assisti a um relato de uma judia, no Museu da Fabrica de Schindler, que sobreviveu ao Holocausto e que sofreu esses experimentos junto com sua irmã gêmea. Ela contava que diariamente elas recebiam injeções, elas tinham 15 anos na época, e que sua irmã ficou muito doente. Quando elas foram libertadas do Campo, no final da Guerra, sua irmã por toda a vida teve problemas de saúde e teve que transplantar os dois rins e o coração até que acabou morrendo.

Um dos últimos galpões era o Headquarter dos Nazistas onde no subsolo ficava um calabouço e fora um paredão de fuzilamento dos judeus.

Na saída, não tivemos vontade de visitar o Birkenau e voltamos diretamente para a Cracóvia (leia os posts aqui). Já havíamos recebido bastante informação e o clima do lugar é tão pesado que não sentimos a necessidade (e nem tivemos vontade) ver mais.

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Cracovia · Europa · Polonia

Cracovia | A Cidade Antiga e o Castelo de Wawel

A zona de maior interesse na Cracóvia está dentro das muralhas da cidade antiga. A Praça do Meracdo (Rynek Glovny) é o coração do centro antigo e é uma das maiores praças da Europa.  Como era Dezembro a praça estava ainda mais bonita enfeitada com adornos natalinos e o seu famosos mercado de Natal. Leia os outros posts da Cracóvia aqui.

Pela noite as carruagens davam um charme extra ao lugar e essa praça, que foi meu primeiro contato com a Cracóvia me deixou apaixonada pela cidade. Aliás ela é património da UNESCO desde 1978.

Ao fundo está o prédio da Sukiennice, um antigo centro de comércio que existe desde o século XIV. Por sorte, na época que fomos, dentro também estava acontecendo um mercado de Natal com várias lojinhas de enfeites.

Não deixe de olhar para cima e ver a pintura dos escudos da Polônia en suas abóbodas. No último andar tem um mirante que dá vista para toda a praça, mas que estava fechado quando fomos.

A estátua no meio da Praça é de um poeta nacional chamado Adam Mickiewicz.

Ao lado está a Torre da Prefeitura, ou a única coisa que sobrou dela, que foi quase que completamente destruída com a invasão austro-húngara. Também é possível entrar até a máquina do relógio, claro que toda torre de respeito na Europa tem um relógio para chamar de seu, e até seus janelões de vidro que também tem vista para a Praça do Mercado.

A Igreja de Santa Maria é imperdível com sua arquitectura barroca e suas torres assimétricas foi por vários séculos símbolo da arquitectura polonesa. A Igreja data do século XII, mas foi destruída pelos tártaros e reconstruída no século XIV. O ataque Tártaro é relembrado de hora em hora com um toque interrompido de uma corneta que foi o momento em que o intérprete levou uma flechada no pescoço.

No seu interior os vitrais góticos são considerados um dos mais bonitos da Europa.

De ali passamos pela Porta da Muralha (Barbacan) para a rua Florianska uma das principais ruas de comércio do centro antigo. Aliás todo o centro antigo é uma grande área comercial e  as ruas mais bonitas que fazem parte da Rota Real que vai até o Castelo de Wawel, nessa ordem: Florianska, Rynek e Grodzka, com as inúmeras lojinhas de porcelana polonesa (aquelas banquinhas e azuis), de artesanato até desembocar no Castelo de Wawel.

Nesse caminho para o Castelo de Wawel é onde estão as Igrejas mais bonitas da cidade. A Croácia reúne tantas Igrejas que já foi conhecida como pequena Roma e levaria semanas para entrar e conhecer cada uma delas.

O Castelo de Wawel fica sobre uma colina de mesmo nome com 250 metros juntamente com a Catedral de Wawel aos quais se pode chegar desde as ruas Grodzka ou Kanonicza. A entrada à área do Castelo é grátis das 6:00-17:00 (No verão fica aberta até às 21:00), mas para entrar no Castelo ou na Catedral é preciso comprar ingressos, em geral abertos das 9:00-17:00, mas consulte o site do Castelo de Wawel e o da Catedral de Wawel porque os horários variam conforme a estação do ano.

No verão, recomendo ir pela manha porque há um número limitado de visitantes por dia e os ingressos esgotam rápido. Os ingressos não podem ser comprados online e a bilheteria principal fica no Centro de Visitantes do Castelo, mas há outras específicas para a Catedral ou só para o castelo em suas respectivas portas.

A Catedral de Wawel é considerada a mais importante da Polônia  e também dá acesso ao Campanário, inaugurado pelo Papa Joao Paulo II e às Criptas Reais onde estão enterrados  reis e papas. Não entramos porque não tivemos tempo e preferi visitar a Fabrika de Schindler, mas se voltasse à Cracóvia não perderia a oportunidade.

Na volta, fizemos o caminho pela Swietego Kryza e dobramos à esquerda na Mikolajska para começar a noite com pé direito no Wodka Bar  (Mikolajska 5) provando a famosa Vodca em diversas variações, dizem que há mais de 120!

Pedimos a degustação de vodcas que vem com seis sabores diferentes a sua escolha. Repetimos!

Saimos em busca do nosso jantar, mas ao anoitecer a Praça do Mercado (Rynek Glowny) estava tao encantadora com sua iluminação de Natal e as carruagens para cima e para baixo que nos deixamos ficar ali por uns instantes admirando o vai e vem da noite croata.

De repente nos deparamos com o acertado Gospoda Koko (Golebia 8), de comida típica polonesa deliciosa e preço imbatível, cerca de 8 euros para duas pessoas e com muita comida. Uma descoberta!

O lugar é pequeno então chegue cedo, de preferência antes do jantar para conseguir um lugarzinho.

Pedimos schnitzel acompanhado por purê de batatas com dill e sopa de legumes e couve-flor.

Delicioso e o ambiente super acolhedor e estilo medieval (desça para o subterrâneo).

Leia os outros posts da Cracóvia aqui.