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Como visitar Inhotim, o maior museu a céu aberto do Brasil

Inhotim é um lugar onde arte e natureza se integram. Ele foi idealizado na década de 80 pelo empresário Bernardo Paz, mas só começou a se tornar o que é hoje após a visita do paisagista Roberto Burle Marx que projetou seus jardins.

 

Ele é dedicado à preservação das espécie da Mata Atlântica e Cerrado. Hoje há cerca de 1800 espécies de plantas sendo cultivadas.

 

Seu acervo de arte vem sendo formado desde 1980, mas só foi aberto ao público a partir de 2006. Itens de Pintura, escultura, desenho, fotografia de renomados artistas brasileiros e internacionais são exibidos em galerias espalhadas pelo Parque Ambiental.

| Como chegar

O museu de inhotim fica na cidade de Brumadinho e pode-se chegar lá de carro ou e ônibus:

De carro: Pegue a BR 381 (Fernão Dias) sentido São Paulo (ou Betim) até a saída para Brumadinho/Inhotim que é bem sinalizada. São cerca de 60 km

De ônibus: A empresa Saritur opera uma rota de 3ª a domingo entre a Rodoviária de Belo Horizonte e a entrada do Inhotim.

Há um ônibus executivo que sai às 8:15 e outro convencional às 8:30. Ambos chegam em Inhotim por volta das 10:00 – 10:30. A volta é sempre com o executivo às 16:30 e de sábado, domingo e feriados às 17:30. As passagens podem ser compradas na hora na bilheteria ou online com até uma semana de antecedência.

O ônibus executivo para dentro do estacionamento de Inhotim e o convencional na Rodoviária de Inhotim. Basta pegar um táxi até a entrada do museu que sai por volta de R$15,00.

 

 

|O que visitar

A primeira providência é estudar previamente as obras para ter uma ideia do que você gostaria de ver. As obras e galerias podem ser pesquisadas no site do Inhotim e o mapa oficial pode ser baixado do site para planejar a sua visita.

Não deixe de pegar o mapa físico na entrada do parque. No mapa são indicadas diversas rotas que te levam a diferentes galerias e exposições. Essas rotas são indicadas por cores. Você escolhe a rota que mais que interessar e vai caminhando pelo parque.

 

 

A ideia é perder-se pelos jardins e lagos entre uma exposição e outra.

Se você, como nós optar pelo carrinho, não precisa se preocupar muito com as rotas porque eles passam por todas e nós conseguimos ver tudo. Você o pega no ponto inicial e ele fazer toda a rota de cor amarelo, por exemplo. Sem ele é impossível conhecer o parque todo. Ele é imenso! Nós adoramos, o carrinho segue cinco rotas pré-determinadas chega em todos os pontos de visitação do museu, tornando a visita possível em um dia, sim (para pessoa normais, claro). Se você é um aficionado por arte talvez queira fica mais tempo por lá.

 

 

Há varios pontos de parada perto de cada atraçao principal: você desce, curte o parque, entra nas galerias e no mesmo ponto em que desceu pega o carrinho que vai fazer a próxima rota, a azul, por exemplo.

 

Achei o melhor investimento porque o parque é enorme e deve ser muito cansativo ficar andando por lá o dia todo. Mas vai do gosto, né.

| Onde Comer

O Inhotim possui 3 restaurantes e 4 lanchonetes, mas nem todos estavam abertos no dia que fomos. O mais charmoso é o Bar do Ganso, restaurante mineiro a la carte. O Tamboril serve os mesmos pratos do Bar do Ganso e também serviço de buffet. Ambos tem preço alto. O mais econômico, mas que estava fechado no dia em que fomos, é o Oiticica que é por kilo.

Se nao quiser gastar muito, há várias lanchonetes espalhadas pelo parque e que geralmente possuem duas opções de sanduíche – cachorro quente ou hambúrguer – e uma opção de salada.

 

| Informações Úteis

– Dias/ Horário: terça à sexta, de 9h30 às 16h30. Sábados, domingos e feriados até as 17h30.

– Ingressos: Na terça, a entrada é gratuita, quarta e quinta o valor do ingresso é R$20,00 e de sexta à domingo o valor é R$28,00. Idosos, crianças de 6 a 12 anos e estudantes (mediante carteirinha) pagam meia entrada. Se for visitar o parque por mais de um dia compre um passaporte que vale mais a pena.

Os ingressos podem ser comprados no dia da visita, diretamente nos guichês do parque ou online. Compre aqui.

– Guarda-volumes: o museu possui guarda-volumes gratuitos;

– Carrinhos Elétricos: o museu é enorme e impossível de ser conhecido todo a pé em um dia, mas com o carrinho achei possível. O aluguel custa R$20 por pessoa e vale pelo dia todo.

 

 

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Estrada Real: roteiro para percorrer o Caminho do Ouro do Brasil Colônia

Imagine-se no século XVI: cada rota aberta no Brasil durante o Brasil Colônia servia para facilitar o escoamento de ouro e diamantes para Portugal. Por isso, todos os caminhos eram “oficiais” ou seja “Estaradas Reais”. Esses caminhos também ajudacam no controle da Coroa Portuguesa sobre o ouro extraído e garantia a cobrança do imposto equivalente a 1/5 do valor de todo ouro encontrado. Daí a oriegm da expressao o quinto dos infernos. Como todo brasileiro espertinho, muitos escondiam o ouro dentro de estátuas ocas de Santos de Madeira na tentativa de pagar menos impostos, daí a origem da segunda expressao, o Santo do pau oco.

A Estrada Real tem mais 1500 km de extensao que recorrem várias cidades históricas entre Sao Paulo e Minas, muitas declaradas patrimônio da humanidade, e que retratam a história do Brasil, dos livros para a vida real.

Ela pode ser percorrida de carro, a pé ou de bicicleta. Hoje em dia, existe um projeto turístico que visa a revitalização dos trechos da estrada e das cidadezinhas históricas. Mais informações podem ser encontradas no Instituto Estrada Real que tem rotas pré planejadas para que você explore o trecho que mais lhe interessar da estrada, além de dicas de paragem e hospedagem.

Estrada Real entre Sao Paulo e Paraty

Antes a rotas ia de Ouro Preto a Paraty, mas hoje há outras variações como o Caminho dos Diamantes, Caminho Velho, Caminho Novo e Caminho do Sabarabuçu.

Fizemos o caminho de carro, alugado pela Rentalcars no aeroporto de Belo Horizonte. Escolhemos fazer uma parte do Caminho Velho, passando pelas cidades de Mariana, Ouro Preto, Congonhas, Entre Rios, Lagoa Dourada, Tiradentes e Paraty.

Belo Horizonte

Partimos de Belo Horizonte , depois de visitar a Inhotim, rumo a Ouro Preto (pela MG 443), a cidade mais importante do barroco mineiro e carro chefe do percurso.

Ouro Preto

Mas antes fizemos uma parada em Mariana, uma das maiores produtoras de ouro para a Coroa Portuguesa, para conhecer os famosos tapetes de fé.

Mariana e os tapetes de fé

Em seguida fomos em direção à Congonhas, cidade que abriga os 12 Profetas de Aleijadinho na Basílica do Bom Jesus dos Matosinhos.

Congonhas e os 12 profetas de Aleijadinho

Seguimos pela BR 383 em direção à Entre Rios, uma pequena vila da Estrada Real que abriga o Café com Prosa, ótima parada na hora do almoço, com comida mineira no fogão à lenha. Mas nossa intenção era outra: provar o famoso pão de queijo com linguiça de Minas. Eita, trem bão, sô! É um café de beira de estrada, mas há muita sinalização na estrada indicando o lugar.

Pao de queijo com linguiça do Cafe com Prosa em Entre Rios, Minas

A sobremesa ficou para a próxima parada – Lagoa Dourada – distante 30 km de Entre Rios é famosa pelo melhor rocambole do Brasil! Há muitas lojas oferecendo a iguaria, mas nós escolhemos o Rei do Rocambole e tenho que confessar: ma-ra-vi-lho-so!

Você pode comprar uma fatia e ainda levar meio rocambole ou inteiro para viagem! Não resistimos e sucumbimos ao de doce de leite com morangos…

Ainda na estrada possíveis paradas são as cidades de Coronel Xavier Chaves, famosa pelos engenhos de cana-de-açúcar que oferecem degustação de cachaças artesanais e Bichinhos, conhecida por produzir o melhor artesanato de Minas. Passamos batido pelas duas e fomos direto para Tiradentes, uma charmosa vila colonial, polo gastronômico e “point” da Estrada Real. Outra cidade próxima dali é São João del Rei com muitas construções coloniais.

Continuando pela estrada você sairá em Paraty, sede do mais importante porto exportador de ouro do Brasil. Fizemos Paraty em outra viagem, leia aqui, quatro meses depois, para completar o percurso da Estrada Real, mas se tiver mais tempo disponível, cerca de dez dias, você consegue fazer toda a rota de uma vez só.

Nós fizemos a primeira parte em 4 dias e a segunda também em outro feriado de 4 dias, pois ficamos mais dias curtindo a praia e os passeios de barco em Paraty.

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Eu fui no jogo da Copa do Mundo no Brasil!

Confesso que estou sentindo um pouco de falta da programação de ver os jogos da Copa, das reuniões com os o amigos, do clima de festa e de sair mais cedo do trabalho! Foi um pouco mais de um mês que a Copa invadiu todos os assuntos e meios de comunicação e o país diminui o ritmo e entrou de cabeça nessa onda.

Surgiram muitas dúvidas se essa Copa realmente aconteceria por causa da falta de infraestrutura do Brasil, uma onda de protestos assolou o país, muitas pessoas manifestaram sua insatisfação pela falta de hospitais, escolas e porque muito dinheiro seria gasto com a construção dos estádios.

Mas a Copa aconteceu, e foi um sucesso! Alias foi considerada a melhor Copa de todas e a receptividade do povo brasileiro com os estrangeiros foi elogiada mundo afora. Houve uma invasão de mais de 170 mil Argentinos, Colombianos, Mexicanos, Alemães, Americanos e muitos outros povos.

Foi a Copa que mais deu lucro à Fifa e os maiores compradores de ingressos foram os Brasileiros e em Segundo lugar os Americanos.

Copa 2014

Além da melhor Copa, ele ficou conhecida como a Copa da Zueira porque só no Brasil e nenhum outro lugar do mundo aconteceram os fatos mais inusitados. A abertura teve como música de abertura “We are one” com Claudinha Leitte, J-Lo e Pitbul e logo já surgiu a primeira zueira com a roupa da cantora!

Copa 2014

Ao longo da Copa surgiram várias zueiras como torcedor beijando reporter, muitas fantasias e piadas com jogadores.

Copa 2014

As piadas com os jogadores foram um caso a parte. Os craques do Brasil eram Neymar, que se machucou no jogo antes da semi final e não jogou contra a Alemanha, que marcou 7 x 1, derrota histórica do Brasil.

Davi Luiz foi eleito o mais simpatico zagueiro, Thiago Silva decepcionou como capitão, chorou e se recusou a chutar um penalty, o uruguaio Luisito Suarez mordeu um jogador e ficou conhecido como o vampiro uruguaio e o alemão Klose consagrou-se como o maior artilheiro das copas superando o nosso fenômeno Ronaldo.

Copa 2014

Foram 5 jogos ao todo do Brasil até a derrota contra a Alemanha. Os quatro primeiros jogos contra Croácia, México, Camarões e Chile assistimos em casa e os dois últimos contra Colômbia e Alemanha acompanhados de nossos amigos e muito churrasco.

A compra dos ingressos foi um caso a parte, muita gente para poucos ingressos. Era um sistema de leilao online em que você ficava horas pendurado na Internet para tentar comprar os ingressos que nao haviam sido vendidos ainda… um caos! Mas conseguimos, nao para um jogo do Brasil, mas tá valendo mesmo assim!

Copa 2014

Conseguimos ótimos lugares para o jogo da Colômbia x Grécia em Belo Horizonte e foi incríveeeeeel!

Copa 2014   Copa 2014

E ainda encontramos o Ronaldinho Gaúcho na saída do Estádio!

Copa 2014

Alias muitos famosos vieram ao Brasil como Rihanna, Príncipe Harry, Shakira, J-Lo, Di Caprio entre outros.

Copa 2014

O encerramento trouxe Unidos da Grande Rio, Gisele Buenchen, Shakira, Ivete Sangalo, Alexandre Pires e Carlos Santana. O mascote foi um tatu bola chamado Fuleco. Gisele desfilou ao som da Garota de Ipanema e foi lindo!

E que venha 2018! será que estaremos na Rússia???????

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Roteiro de Fim de semana em Belo Horizonte

Post bem atrasado, mas não poderia deixar de registrar no blog o fim de semana em Belo Horizonte em que além de turistar, assistimos nosso primeiro jogo da Copa do Mundo – Colômbia x Grécia no Mineirão.

 

Conseguimos as passagens nos 45 minutos do segundo tempo literalmente porque não fomos sorteados nos primeiros sorteios e consegui comprar os ingressos remanescentes em uma quinta-feira… o jogo seria no sábado.

  • Como chegar

Ingressos comprados, verificamos as passagens aéreas e a surpresa – preços exorbitantes – mais de R$3000,00 duas pessoas em todas as companhias aéreas!

Carro não era uma opção, pois como eu teria que trabalhar na sexta até o fim do dia, teríamos que dirigir a noite toda – são cerca de 600 km, mais ou menos 7 horas de viagem.

Cotei passagens de ônibus e pronto, decidimos – iríamos de ônibus! Fui na quinta à noite até a Rodoviária Tietê e comprei os ingressos nas máquinas eletrônicas da loja da Cometa. Também é possível comprar no guichê, mas a fila geralmente é maior. A viagem seria das 23:30 às 5:30.

Chegamos à rodoviária e milhares de torcedores na mesma situação, muitos vindos da Colômbia inclusive. A viagem foi super tranquila, o ônibus muito confortável, consegui dormir a viagem toda e acordei já em BH.

  • Onde ficar

Escolhemos um hotel bem central, o Ambassy, a uma distância a pé da rodoviária, do ponto de onde saia o ônibus para o Estádio do Mineirão e das principais atrações da cidade. O hotel é 3 estrelas e não tem luxo. É confortável, nosso quarto era enorme, ótimo café da manhã, mas simples.

Em outra situação, talvez eu tivesse ficado na Pampulha, bem mais perto do Estádio e em um bairro super agrdável, cheio de verde e pertinho de bons restaurantes.

  • Transporte

Nesse fim de semana não alugamos carro, fizemos a maior parte dos passeios a pé e de táxi a partir do nosso hotel e valeu a pena.

Também achei o transporte público muito bom, não sei se foi por causa da Copa, mas eles tem um transporte chamado MOVE CORREDOR ANTÔNIO CARLOS, que são linhas de ônibus, bem modernos, que ligam a área Central à Estação Pampulha, a área mais bonita da cidade na minha opinião, com paradas na UFMG e Mineirão. O bilhete para a copa era R$15,00 ida e volta.

  • Mineirão

Para ir ao Mineirão a partir do Centro, o embarque é possível nas linhas 50, 51 ou 52. Na volta com destino ao centro novamente, a linha é a 50. O ponto do MOVE no Centro era nas Avenidas Santos Dumont e Paraná, no Corredor MOVE Centro.

O ponto na volta era na Estação Mineirão, em frente à Lagoa da Pampulha, quase em frente à Igreja da Pampulha, na Avenida José Dias Bicalho. Na volta, o transporte passava de uma em uma hora e enquanto estávamos esperando, no ponto cheio de torcedores, de repente quem estaciona na nossa frente? Ronaldinho Gaúcho, passou para fazer uma graça com os torcedores.

  • O que visitar

Chegamos cedo, por volta das 6:00, e fomos direto para o hotel. O pessoal do hotel foi tão bacana que nos deixou entrar no quarto a essa hora, embora o check in fosse mais tarde e nos deixaram tomar café da manhã sem nenhum custo porque em regra só teríamos direito no dia seguinte. Quando precisamos de um benjamim, e os que eles tinham estavam todos emprestados, o rapaz da recepção foi na loja ao lado comprar um para nós.

Depois do café da manhã, caminhamos até o Mercado Central (Avenida Augusto de Lima, 744, Centro), um ícone da cidade.

Inaugurado em 1929 abriga mais de 400 lojas que vendem de tudo: hortifrúti, “souvenirs”, doces mineiros e muito, muitos queijos. É o lugar ideal para fazer as compras de lembranças e encomendas da família toda.

Dica: não deixe de comprar o queijo da Serra da Canastra, o queijo mais famoso da região feito com leite cru. Tem que experimentar. Outro imperdível é o queijo português Serra da Estrela, com a volta mais firme e recheio macio que lembra o catupiry.

Em seguida caminhamos até a Praça da Liberdade na Avenida João Ribeiro em frente ao Palácio da Liberdade.

São jardins, coretos, estátuas de mármore de Carrara, fontes, cortados por duas fileiras de Palmeiras Imperiais.

Cercando a praça, construções da época da transferência da capital, o Edifício Niemeyer e a Biblioteca Pública.

Voltamos para o hotel e nos preparamos para ir ao Jogo. O saguão do hotel estava tomado por torcedores, todos uniformizados, a maioria torcendo para a Colômbia. Caminhamos até o Corredor do MOVE e pegamos o ônibus até o Mineirão – linhas 50, 51 ou 52 na Avenida Santos Dumont.

O Estádio estava lotado e cheio de atrações patrocinadas pelo Instagram, Coco Cola e Skin. Conseguimos ingressos para a primeira fila e uma vista privilegiada do campo e de todo o jogo. O resto você viu na TV porque “the ‘zueira’ never ends”.

O Mineirão fica no bairro da Pampulha, a região mais bonita da cidade, na minha opinião, então aproveitamos para contornar a Lagoa até a Igreja de São Francisco.

De lá dá pra esticar até a Casa de JK também, mas como estávamos cansados decidimos voltar para o Hotel.

À noite queríamos ir a um dos famosos botecos da cidade, a vida noturna de Belo Horizonte é muito animada, e os bairros que abrigam os melhores bares e baladas são o Savassi e o Prado. Como queríamos um boteco, vi na Veja que o melhor da cidade era o “Agosto Butequim” (Rua Esmeraldas, 298 – Prado), e pegamos um táxi até o bairro do Prado, um dos mais tradicionais da cidade.

Ele é um dos mais famosos da cidade e sempre participa do concurso “Comida de Boteco” e alguns desses pratos são oferecidos no cardápio.

Pedimos o vencedor do concurso de 2014. Incrível de tão bom, recomendo muito o bar!!

E na hora de pagar, a conta vem dentro de um chapeuzinho de palha. Tem coisa mais mineira?

No domingo fomos conhecer Inhotim, o maior museu a céu aberto do Brasil. Leia sobre esse passeio aqui.