Américas · Brasil · Paraty · Rio de Janeiro

Paraty | Thai Brasil, o tailandês que vale a pena

Conforme diz o título, o Thay Brasil é um recomendadíssimo restaurante em Paraty, bem no centrinho histórico da cidade e que eu estava louca para conhecer. Fiz reserva por e-mail em São Paulo para a primeira noite nossa em Paraty. Acabou que quando estávamos passeando pelo centro, depois de passar na Cachaçaria Paraty (recomendo) na própria rua do Comércio nos deparamos com uma portinha encantadoramente colorida e era ali o Thay Brasil.

Paraty

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Ainda não estava no horário da reserva, mas decidimos entrar mesmo assim. Atravessamos um longo corredor colorido, com pinturas de animais e flores que desembocou em um acolhedor ambiente de mesinhas cuidadosamente arrumadinhas.

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Escolhemos um lugar no jardim, sob a luz das lanternas tailandesas reproduzidas fielmente com lâmpadas encapadas por saquinhos de pão – quanta criatividade, não?

Paraty

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Aliás tudo ali é criativo até o cardápio e inclusive a elaboração dos pratos.

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Começamos com o drink sensação do verão de Paraty, o Jorge amado com cachaça Gabriela, de cravo e canela, limão e maracujá e as melhores vieiras que já comi acompanhadas por capim limão, cogumelos salteados e noodle de arroz no anis. Incrível.

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Escolher o prato principal não foi fácil porque eu queria experimentar tudo, mas no fim escolhi um curry vermelho com camarões e abacaxi, uma delícia, embora bem apimentado, mas acompangado por um perfumadíssimo arroz jasmine que aos poucos integrado ao caldo fazia um contraponto interessante à pimenta.

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O atendimento é lento, mas a cozinha é aberta então você vê que o chef está realmente fazendo seu preto com capricho. Saímos de lá satisfeitíssimos e voltaria com certeza.

Thay Brasil
Rua do Comércio, Paraty, RJ

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Paraty | Como chegar e Passeio pelo Centro Histórico

Aproveitamos um feriado prolongado de 4 dias para conhcer a última parte da Rota Real (Ouro Preto, Mariana e Tiradentes conhecemos em Julho desse ano).

Viemos de São Paulo pela Rio-Santos, pois decidimos que queríamos passar e conhecer todas as praias do Litoral Norte: Bertioga, Caraguatatuba, São Sebatião, Ubatuba e por fim Paraty. Em Ubatuba fica uma das sedes do Projeto Tamar que quero tentar conhecer no domingo, no trajeto de volta.

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Foram cerca de 400km rodados em 6 horas de estrada e que me permito dizer que passaram voando e não foram nem um pouco cansativos devido à beleza das paisagens que foi nos distraindo pelo caminho. Recomendo!

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Outra opção é seguir de São Paulo pela Carvalho Pinto até Ubatuba e depois seguir pela Santos até Paraty. Fica um pouco mais rápido e ainda se consegue curtir um pedacinho da Orla.

Chegamos em Paraty por volta das 15:30, mas com aquele sentimento que já estávamos passeando desde cedo e não necessariamente tínhamos que chegar ali para começar a diversão.

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Deixamos as coisas na Pousada e a dona, Selma, nos mostrou o mapa da cidade e nos deu várias dicas de passeios, inclusive vários inéditos, que não haviamos lido em nenhum blog ou guia. O problema da quantidade de opções é que eu quero experimentar tudo e tentar encaixar nos quatro dias que temos não é fácil.

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Como já eram quase cinco da tarde fomos dar uma volta pelo Centro Histórico. Não tinha ideia de como seria difícil caminhar sobre aquele calçamento pé de moleque, mesmo já tendo lido muito a respeito.

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A periculosidade, por assim dizer, é tamanha, quebra-se um pé fácil ali rsss que é impossível caminhar e olhar as lojinhas ao mesmo tempo. Os olhos permanecem fixos ao chão para evitar um tombo iminente e o risco é perder a beleza do lugar.

Por isso vá com sapato de sola de borracha e tenha paciência. Caminhe com calma, entre nas lojinhas, tire fotos, curta o clima da cidade.

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Paraty é uma cidade colonial, fundadada em 1667, então imagine a riqueza dos detalhes das construções, que escondem símbolos maaçônicos e tradições da época como os vidros do lado de fora da janela, que eram sinal de riqueza, já que o mesmo era importado e do lado de dentro o vizinho não iria ver, certo?

Paraty

Paraty foi considerada patrimônio nacional pela Unesco e o Centro Histórico é cheio de lojinhas de souvenir, cachaçarias que vendem licores, doces, pimentas e claro, cachaça.

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A sensação da cidade é a cachaça Gabriela, de cravo e canela. Isso mesmo! Inspirada em Jorge Amado já que o filme foi feito aqui. É possivel fazer degustação na própria loja ou tomar o famoso drink Jorge Amado em um dos muitos cafés e restaurantes da cidade – a mistura de cachaça Gabriela, limão e maracujá é uma das mais populares da cidade.

O primeiro ciclo de desenvolvimento econômico de Paraty foi a cana de açúcar, por isso, além da cachaça há muitas lojas e carrocinhas de doces na cidade como quindins, cocadas, rapaduras etc.

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No centrinho você encontra várias igrejinhas coloniais (a matriz é a de Nossa Senhora dos Remédios), algumas pracinhas com coreto, pipoqueiros e simpáticos velhinhos lendo o jornal e muitos, mas muitos restaurantes.

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Além disso, Paraty tem mais estranjeiro por metro quadrado do que a capital do Estado. Eles adoram e lotam a cidade. Ouso dizer que ouvi mais outras línguas que o próprio português e muitos, inclusive, largaram tudo para vir morar e trabalhar na cidade!

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Há duas praias, bem próximas ao Centro Histórico – cerca de 5 minutos caminhando – que valem uma visitinha rápida, já o mar não é tão transparente, areia é grossa e são bem lotadas e um pouco sujas.

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Mas a vista que se tem da baía é incrível. Nós não gastamos mais que meia hora nas duas praias, a do Pontal e a do Jabaquara.

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Na volta ao centrinho, já estava escuro e decidimos que queríamos tomar alguma coisa e jogar conversa fora. Escolhemos o restaurante Thay Brasil, super bem recomendado e uma ótima surpresa, mas que já é assunto para outro post.

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Paraty | Passeio de Barco pela Baia de Paraty

Assim que chegamos em Paraty, sabíamos de uma coisa: tínhamos que fazer um passeio de barco pela Baia de Paraty que é considerada uma das mais bonitas do mundo.

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Pesquisamos os valores e logo percebemos que quanto mais perto a agência está do cais, mais caro será o seu passeio. Negociar no próprio cais é uma opção, mas com certeza os valores serão mais altos.

Há três formas de fazer o passeio: lancha particular para até seis pessoas, escuna (que é o mais em conta, mas são cerca de 90-150 pessoas em um mesmo barco com música alta e roteiro pré determinado) e barco particular dos pescadores (negociado no próprio cais) que te levam e buscam nas ilhas que você escolher.

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A lancha é o melhor dos mundos e o valor não sai tão alto assim e acho que sim, vale o investimento. Especialmente se você estiver em grupo (de 6-8 pessoas) nem pense duas vezes, vai sair quase o mesmo valor que a escuna (~R$50-100). O valor com skipper sobe um pouco mais, cerca de R$200.

Depois de andarmos para cima e para baixo fechamos com a Agentra & Costa, melhor custo benefício e adoramos! Era tudo o que queríamos e conseguimos visitar muitas ilhas/ praias no dia com tempo para curtir cada um dos lugares escolhidos.

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Passamos pelas Ilhas Duas Irmãs onde fica o restaurante Kintique, um pouco caro,mas que tem uma vista linda da baía. A ilha é da família Lorenzeti. Basta ligar e eles te levam e trazem de barco a partir do cais.

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Em seguida vimos a Ilha de Esme onde foi filmado o filme Crepúsculo, quando eles vieram para o RJ e abriga um castelo avaliado em R$40 milhões com uma piscina de água salgada no meio da sala de estar! Vou ter que assistir o filme de novo para reparar!

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Nossa primeira parada foi na Ilha Comprida, o lugar que eu mais queria conhecer. A ilha é particular, do Naji Narras, então não se pode entrar, só mergulhar.

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Ali naquela porção de águas mornas fica um verdadeiro aquário natural, cheio de peixinhos de diversas cores. Eu esqueci a minha câmera a prova d’água, então não consegui tirar fotos de baixo d’água, mas nosso skipper foi super solícito e tirou várias fotos nossas.

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A água fica um pouco cheia porque vários outros barcos estão visitando as ilhas também, mas nada que atrapalhe. E foi uma diversão, pula pra cá, nada pra lá e salta do barco e bóia na água (nosso barco era equipado com espaguetis) e até com máscara de snorkel, mas sinceramente não achei as águas assim tão claras para isso.

Não sei se comparei com Bonito onde as águas são muito transparentes e Rogério com o México e Jamaica que ele foi quando era solteiro, mas não dava para ver tão bem assim, só quando havia comida e eles subiam à superfície.

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Leve para o barco o quer comer e beber durante o dia, apesar das. cortesias oferecidas. A lancha particular oferece cervejas e refrigerantes, então você precisa levar o que vai comer e alguma outra bebida que você queira. Não dá pra não estourar uma champagne nesse momento, né!?

Uma dica é no dia anterior passar na Rua Jango Pádua, que é a rua das peixarias, e fazer umas comprinhas para um churrasco no barco: são vários tipos de peixe, camarões de todos os tamanhos, polvo, lula, tudo muito fresquinho.

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Para as bebidas tem um mercado na entrada da cidade na Av. Roberto Silveira, que é o único que fica aberto até mais tarde. Todo o resto fecha por volta das 18:00, então programe-se. Nos barcos coletivos há serviço de bordo (pago) e somente frutas à vontade.

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Nossa parada seguinte foi na Praia da Lula, uma prainha bem pequena, mas tabém com um mar azulão para nadar e por fim a Praia Vermelha, mais comprida e uma das mais famosas. Dá pra nadar tranquilamente porque por causa da baía e das ilhas as águas ficam protegidas dos ventos e são bem calmas e próprias para banho e snorkeling.

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Na volta passamos pela Rua das Peixarias para comprar peixes e camarões para aproveitar a infra do hotel e fizzemos um grelhado delicioso regado a muito vinho branco! A vida que pedimos a Deus! 🙂

Ilha Grande · Rio de Janeiro

Ilha Grande | Dicas de transporte, hotel e alimentaçao

Nossa ideia de fim de ano perfeito era passar uns dias de sombra e água fresca na Ilha Grande e depois seguir para o Rio para a virada e curtir os fogos em Copacabana. E foi o que nós fizemos. Escolhemos Ilha Grande para descansar e desconectar da cidade grande.

A Ilha Grande é a maior ilha da baia de Angra, com mais de 100 praias, sendo três delas um das mais bonitas do Brasil: Lopes Mendes, Aventureiros e Cachadaço.

Atençao: nem todas as praias oferecem hospedagem, ou seja, sao mais para um passeio bate e volta e algumas só oferecem camping. Vale pesquisar antes de ir.

Depois de muito pesquisar, por indicaçao de um amigo nosso, decidimos pela Praia de Araçatiba, mais porque não queríamos a agitação de Abrãao, o centrinho da ilha, mas também não queríamos infra estrutura zero como na Praia dos Aventureiros.

Essa praia além de tranquila, conta com boa infraestrutura além de contato com a natureza – um ótimo equilíbrio.

Alugamos um carro no aeroporto do RJ e partimos para Angra de onde saem os barcos para Ilha Grande.

Como ir de Angra para Ilha Grande?

Um ponto de muita atençao: na ilha também não são permitidos carros e para chegar lá, só de barco.

Os barcos saem do Cais dos Pescadores em Angra. Deixamos o carro alugado em um estacionamentos público perto do cais e embarcamos.

Há dois tipos de barcos:

– a lancha rápida que sai da estação Santa Luzia – cerca de R$40 por pessoa e leva 30 minutos;

– barcos de pescadores que durante a alta temporada fazem o transfer de passageiros – cerca de R$25 por pessoa e levar 1h30.

Aqui há vários contatos e horários das barcas e é bom ligar e fazer reserva para não ter que ficar esperando. Nós nao reservamos, mas pesquisei pela Internet os horários dos barcos que saiam para a praia que íamos e chegamos perto do horário de partida.

Fomos com o barco de pescadores, o lento, e já aviso para preparar o estômago. O barco chacoalha muito e passei mal a maior (ou todo) parte do percurso.

Mas, preste atenção no seu destino. Verifique a praia que você vai ficar hospedado para não pegar o barco errado ou agende o transporte diretamente com a sua pousada.

Chegando lá, relaxe! Você vai encontrar muita natureza, praias quase desertas (são mais de 100), gente jovem, na maioria, e muitos estrangeiros.

Onde deixar o carro em Angra?

Para o carro há vários estacionamentos no próprio cais que cobram de R$20-30 a diária dependendo da temporada e da car do cliente. Há um estacionamento público, mas é só para o dia, o carro não pode passar a noite lá, pois será guinchado. É só prestar atençao nas placas indicativas. Deixamos em um estacionamento ao lado do cais e foi perfeito.

 

Onde ficar?

Ficamos na Pousada Bem Natural na Praia de Araçatiba (clique aqui para reservar) e gostamos bastante.

Os donos sao super atenciosos, mas atençao para as escadarias para chegar até ela. Ela fica no topo da ilha, com uma área comum/ varanda de visual deslumbrante, mas que exigem a subida de muitos degraus em contrapartida.

Ela tem opçao de quartos individuais com ar condicionado (vai por mim, é necessário) e uma grande área de camping para você montar sua barraca. Nós curtimos acampar, mas se for no verao, recomendo ficar em um quarto, pois o calor dentro da barraca é terrível! Acordávamos todos os dias ensopados, pois em cima das barracas há uma proteçao contra a chuva de pvc que absorve todo o calor durante o dia e deixa o lugar que nem um forno.

Lá tínhamos café da manhã completo incluso na diária e o bar/ restaurante ficava aberto das 12:00 às 19:30 com comida caseira deliciosa e os típicos petiscos de praia: porções de lula, camarões, pizza e bebidas como sucos naturais, água, caipirinha e cerveja e por um preço super camarada.

Onde comer?

A maioria das pousadas oferece sistema meia pensão. Os restaurantes sao sempre dentro das pousadas e para jantar recomendo fazer reserva no dia anterior.

Comemos quase todos os dias na nossa pousada e uma vez almoçamos na Pousada Convés com um píer incrível com espreguiçadeiras e um visual maravilhoso. A comida era muito boa também.

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Rio de Janeiro | Como se organizar para o Ano Novo em Copacabana

Passar o Ano Novo em Copacabana é o sonho de 10 entre 10 estrangeiros, mas a maioria dos brasileiros (culpada!) muitas vezes prefere destinos internacionais com preços compatíveis.

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Mas desta vez decidimos conhecer o réveillon mais famoso do Brasil!

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Na parte da manhã tomamos um café mais do que especial no Café du Lage, visitamos o Jardim Botânico, passeamos pela Lagoa Rodrigo de Freitas e Lagoon (veja o relato aqui). Á noite fomos para Copacabana.

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– Como chegar em Copacabana:

A primeira regra é: a partir das 18:00 somente táxis e ônibus chegam até Copacabana, então se for de carro como nós, fique atento aos horários.

  • Carro + a pé: Nós não queríamos chegar tão cedo, então paramos o carro em Ipanema e caminhamos pela orla da praia até Copacabana.
  • Carro + ônibus: Se estiver com preguiça, a partir de Ipanema, onde deixamos o carro, dá para pegar um ônibus que cruza toda a Avenida Atlântica e te deixa em frente aos palcos de Copacabana. É só perguntar para os policiais na Orla da Praia o número do ônibus.
  • Metrô: Se quiser ir de metrô, a estação de Copacabana é a Cantagalo. Dá para comprar com antecedência online a viagem só de ida ou ida e volta com horários pré determinados. Como a procura é grande o número de ingressos é limitado e se esgotam rápido. O bilhete deve ser retirado em uma estação de metrô ao chegar no Rio. Essa estação é escolhida no momento da compra.

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– Onde passar a Virada do Ano

  • Restaurantes

Nós jantamos um pouco mais cedo no restaurante do Claude Troigros, o CT Boucherie, no Leblon, e chegamos na festa por volta das 21:00. Ficamos próximo ao palco dos shows, que nesse ano o principal foi do Titãs.

  • Quiosques a beira Mar:

Uma outra opção é passar a ceia em um dos quiosques a beira mar (ficamos no Posto 6) e o valor por cabeça estava por volta de R$350,00. Esta opção não é muito divulgada e por isso, só descobrimos quando chegamos para a festa.

Aqui você pode consultar a relação dos quiosques e sua exata localização no calçadão. Entre em contato por telefone e verifique se há ceia e reserve.

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Mas os quiosques atendem normalmente quem não comprou a ceia com pesticos e bebidas.

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Além disso muitas barracas ‘extras’ surgem na própria praia e no calçadão, além de barraquinha de coroa de flores, de flores para Iemanjá etc.

  • Restaurantes com Vista para os Fogos:

Também é possível comprar o combo ceia+fogos em vários restaurante do Rio. O valor varia de R$1000 a R$1500,00 por cabeça:

Achei que seria tumultuado, pois são mais de 2 milhões de pessoas na festa, mas a verdade é que as pessoas ficam bem espalhadas, não tem empurra empurra nem pisão no pé.

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Tem bastante gente, mas bem organizado e bem policiado. Me senti super segura.

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